Neutralizar Messi será ‘desafio maiúsculo’ para Espanha, diz Mikel Merino

Neutralizar Messi será ‘desafio maiúsculo’ para Espanha, diz Mikel Merino


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Neutralizar Lionel Messi será um “desafio maiúsculo” para a Espanha na final da Copa do Mundo contra a Argentina, disse o meio-campista espanhol Mikel Merino nesta sexta-feira (17).

Messi foi vital na vitória da ‘Albiceleste’ sobre a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal e, ao longo do torneio, do qual é artilheiro com oito gols ao lado do francês Kylian Mbappé, mostrou que mantém o alto nível aos 39 anos.

“Um desafio maiúsculo, uma motivação incrível para mim e para nós. Poder jogar contra uma seleção como a Argentina, que já ganhou a Copa antes, faz com que o jogo seja ainda mais importante e estou muito feliz de poder viver este momento”, disse Merino em entrevista coletiva em East Hanover, Nova Jersey.

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Foto: THOMAS COEX / AFP

Apesar de começar no banco, o meia foi fundamental nas vitórias sobre Portugal (1 a 0) nas oitavas de final e contra a Bélgica (2 a 1) nas quartas.

“Tenho uma confiança incrível em mim mesmo e nas minhas possibilidades, e toda vez que entro em campo acredito que vou poder causar um impacto na equipe. Mas honestamente, espero que qualquer um seja o herói. No final das contas, o importante é que a equipe vença”, afirmou.

O meia de 30 anos considerou que a final contra a Argentina, no próximo domingo, em East Rutherford, será “um jogo intenso”.

“Acreditamos que, quanto menos tempo a bola ficar com cada um de nós, menos tempo o adversário terá para cometer faltas”, comentou.

Merino afirmou que os jogadores notaram a fumaça chegando a Nova Jersey nos últimos dias, devido aos incêndios florestais no Canadá. A situação gerou preocupação entre as autoridades dos Estados em relação aos possíveis impactos à saúde.

“É verdade que dá para sentir um pouco o cheiro, dá para perceber e ver a fumaça, mas diante de um jogo tão importante quanto uma final de Copa do Mundo, você precisa tentar ignorar ao máximo os fatores externos”, explicou Merino.

O jogador do Arsenal disse que não tem “lembranças muito claras” de onde estava durante a final de 2010, na África do Sul, quando a Espanha venceu a seleção holandesa na prorrogação (1 a 0).

Mas recorda da admiração que tinha quando garoto pelos jogadores que conquistaram o primeiro título mundial espanhol.

“Poder representar o país agora e ser esses mesmos jogadores para as novas gerações, para as crianças que nos assistem, é algo mágico”, concluiu.

AFP



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