Curiosidades dos mundiais e a famosa “Mão de Deus”
A maior goleada aconteceu em 1982: Hungria 10–1 El Salvador.
A seleção com mais taças de Campeão do Mundo é a do Brasil, com cinco títulos. Logo atrás estão Alemanha e Itália, com quatro cada. Mais recentemente a Argentina, com três títulos, é a atual Campeã do Mundo conquistado em 2022 no Catar, numa seleção liderada por Lionel Messi.
Momentos inusitados
A famosa “Mão de Deus” de Diego Maradona aconteceu no Mundial de 1986 no Estádio Azteca no México. Na partida dos quartos de final, Diego Maradona marcou dois dos golos mais icónicos da história do futebol contra a Inglaterra. O primeiro foi a polémica “Mão de Deus” (La Mano de Dios), em que desviou a bola com a mão. O segundo, o “Golo do Século”, foi uma obra-prima onde arrancou do meio-campo e driblou cinco defesas ingleses e o guarda-redes.
(Foto: Rodolfo Del Percio – AFP)
A final de 2006 ficou marcada pela cabeçada de Zinedine Zidane ao italiano Marco Materazzi.
Em 2010, na África do Sul, as vuvuzelas dominaram o som dos estádios, para alegria de uns e desespero de outros.
Em 2014, no Brasil, registo para a famosa mordidela do uruguaio Luis Suárez ao central italiano Giorgio Chiellini. O lance tornou-se um dos episódios mais polémicos e marcantes da história do futebol mundial.
Outras curiosidades da história dos Mundiais
A final das duas bolas (1930): Na primeira final, entre Uruguai e Argentina, não havia acordo sobre qual bola a usar. A solução encontrada foi Jogar-se a primeira parte com uma bola argentina (os argentinos venciam por 2-1) e a segunda com uma bola uruguaia. O Uruguai deu a volta e venceu por 4-2.
Recordes de jogadores e seleções
O “Rei Pelé” é o único jogador na história a ter vencido três Campeonatos do Mundo (1958, 1962 e 1970). Além disso, continua a ser o mais jovem a marcar numa final, com apenas 17 anos.
Presença garantida: O Brasil é a única seleção que participou em todas as 22 edições da competição até hoje.
O mais velho em campo: O egípcio Essam El-Hadary tornou-se o jogador mais velho de sempre a atuar num Mundial. Em 2018, com 45 anos e 161 dias, ele não só jogou como defendeu um penálti contra a Arábia Saudita.
