Canções para ver ao vivo até ao final do ano – Observador

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Esta semana, no Isto Não Passa na Rádio, o tema é: canções para ver ao vivo até o fim do ano. “Another One”, Mac DeMarco, na abertura do Isto Não Passa na Rádio. Eu sou o Nelson Ferreira. Está por cá o Tiago Pereira, de regresso. Um regresso de saúde.
Estamos de volta! Aplausos. Deixa lá.
Mac DeMarco, escolha do Tiago Pereira, “Another One”, porque Mac DeMarco vem aí. Gostas de Mac DeMarco?
Gosto muito. Tu não gostas nada, pois não?
Não me diz grande coisa, não. Eu nem sabia que eras fã do Mac DeMarco, até porque nunca te vi de boné.
Pois, é verdade. Ele é um fashion icon, eu acho.
Com aquilo?
Na malta indie. Aquela onda slack. Aquele esforço enorme pra parecer que não importa.
Pra parecer que não tem esforço nenhum.
É uma arte muito difícil. Ele leva isso um pouco pra música.
Eu gosto do sorriso dele, porque ele tem um sorriso malandro.
Ele é ótimo. A primeira data esgotou rapidamente. Ele anunciou um concerto dia 20 de setembro, está quase, no Lav Lisboa Vivo. Não sei se ainda se pode dizer Lisboa Vivo.
Como quiseres.
E então abriu uma nova data, 21 de setembro. Eu acho que ainda há bilhetes pra nova data. Será que ainda há?
Mas olha que eu tenho ouvido muita gente a tentar e a perguntar por bilhetes para Mac DeMarco. Pesquisem, porque eu acho que estou a sentir muita procura.
Acho que já não há.
É um espetáculo com muita procura, ou dois espetáculos, neste caso, com muita procura. Há disco novo, ele lançou quatro discos esta semana.
Eu não sei.
Acho que foram quatro. Só lê o título.
Há uma coisa ótima que é: tu vais ao Spotify e, por exemplo, The View From Tian Tian é um álbum editado este ano como Sipline Dog.
Sim, mas o título da canção são datas.
Está bem.
21/03/2026, 23/03/2026.
Eu acho que é uma forma tão interessante como outra qualquer.
Ele é ótimo a fazer canções que traduzem emoções profundas, angústias reais e concretas, mas como se não importassem absolutamente nada.
É uma boa caracterização.
É sempre tudo muito subtil, muito elegante. Gosto muito.
Olha, queria falar também de Cat Power, que vem a Portugal.
E bem.
Está incluída no cartaz do Misty Fest, com espetáculos em muitas cidades, em muitas salas.
O Misty Fest é um cartaz extensíssimo.
Muitos artistas, muitos concertos. Um deles é a 13 de novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa. Cat Power vem num espetáculo especial, porque são os 20 anos do álbum “The Greatest”. Pelo que percebi, ela toca na íntegra o disco de 2006.
É pra chorar.
É pra chorar.
É pra recordar outras vidas, Nelson.
E foi por isso que eu me lembrei precisamente da “The Greatest”, da Cat Power.
Once I wanted to be the greatest. Knowing a waterfall could stop me. And then came the rush of the flood. The stars at night turned into dust. Melt me down as a big black hollow. Leave no trace of grace, just in your honor. Lower me down, corporate sound. You can watch space and time for the lead on the dreads in my bed and sleep well. lower me down, pin me and secure the ground. For the late parade Once I want it to be the greatest. To feel so solid around. With lines that could explain any feeling. Lower me down, pin me and secure the ground. For the lead on the dreads in my head, then sleep well with a lay of the land.
20 anos de “The Greatest” de Cat Power, celebrados ao vivo em Lisboa.
Já estamos aqui quase aos abraços.
13 de novembro no Campo Pequeno. Aí está mais uma sugestão de concertos para ver ainda até ao final do ano. E também há Margarida Campelo. Quando? Onde?
Eu ainda vou ser acusado de estar a fazer imenso lobby, mas não me quero saber. Eu estou confiante que o novo disco da Margarida Campelo, que vai sair entretanto, será um dos discos deste ano. Ouve o que eu te digo!
Não consigo contestar isso.
É sim, meu amigo. Há concerto dia 16 de outubro, sexta-feira, no CCB. Haverá novo disco e nunca é demais explicar: vem aí um lote de canções muito bem escritas, muito bem interpretadas, com muito swing, hotness, ironia, bom gosto, coragem. Vamos gostar. E esta chama-se Musa de Improviso. É uma grande canção.
Vai no mel e no meio balança, num caminho entre a sede e a razão. Vem do meio do mel e da prata, sabe a ferro ainda pesa dizer não. Há tantas curvas nesta trança que eu não sei desenrolar. Já concentrei todas as forças, mas faltou respirar. Vai e volta com sorriso, dança se é preciso. Vai e volta seja liso, musa de improviso. Vai e volta com sorriso, dança se é preciso. Vai e volta seja liso. Não sou início nem fim, mas tá em mim tentar mudar. Fraternidade à balda nego nada. Mas calma lá, slow it down. Vai e volta com sorriso, dança se é preciso. Vai e volta seja liso, musa de improviso Vai e volta com sorriso. Dança, se é preciso. Vai e volta sem juízo. Musa de improviso. Vai e volta com sorriso. Dança, se é preciso. Vai e volta sem juízo. Musa de improviso. Vai e volta com sorriso. Dança, se é preciso. Vai e volta sem juízo. Musa de improviso. Sorriso. Musa de improviso.
Margarida Campelo, “Musa de Improviso”, na Rádio Observador, edição desta semana do Isto Não Passa na Rádio, com as canções que ainda queremos ouvir ao vivo até o final deste ano.
Sabes que sempre que ouço esta canção faço air teclas?
Olha!
Como se soubesse.
Sim. Nunca ouvi falar, mas podia ser uma nova modalidade.
Eu pratico. Eu toco Air tudo.
Pode ser que a PlayStation invente alguma coisa.
O Guitar Hero é uma espécie de Air guitar, não é?
É um bocado por aí. Ora bem, o que eu tinha aqui mais para ver até ao final do ano? Já vi muitas vezes e já passei neste programa, mas não podia deixar também de referir os Fat Freddy’s Drop.
Tu és fãzinho.
Sou bastante fã desta banda da Nova Zelândia.
Se houvesse cartão de sócio, tu tinhas.
23 de setembro, Campo Pequeno, em Lisboa, os Fat Freddy’s Drop regressam a Portugal.
Achas que o campo vai ser pequeno?
Creio que é o primeiro concerto desde a morte de DJ Fitch, Fitchie, Chris Faimoomoo, um dos fundadores da banda, que morreu há cerca de um ano, creio, julho de 2025. E é uma morte de alguém, ainda por cima, que era dono de uma das secções, se quiseres, de Fat Freddy’s Drop. É bom vê-los ao vivo porque há muitos metais, muitos sopros, depois há um lado meio djing, há um lado meio reggae dub.
E depois há o Nelson lá no meio.
E depois há eu a assistir a isto tudo.
Procurem por ele.
Já os vi ao vivo várias vezes, mas acho que é sempre um concerto espetacular. Para quem nunca viu os Fat Freddy’s Drop, trouxe aqui apenas um dos momentos da longa carreira discográfica da banda. Black Bird é o tema título de um dos discos dos Fat Freddy’s Drop e podem vê-los então no Campo Pequeno em Lisboa. Recuperar só aqui a data, 23 de setembro. E já voltamos com mais canções para ver ao vivo até ao final do ano. Estamos de regresso com o Isto Não Passa na Rádio e esta semana estamos a olhar para a agenda de concertos até ao final deste 2026, ainda há muitos espetáculos e muita música para ver ao vivo. Temos canções para ver ao vivo até ao final do ano. Eu sou o Nelson Ferreira, está por cá o Tiago Pereira, que escolhe agora o Ty Segall? Então ele vem cá e ninguém avisa.
Então não sabias?
Eu não sabia.
Está bom.
Mas eu também não acompanho muito.
O que se passa contigo?
Tenho que falar mais vezes contigo. Tens que me avisar destas coisas.
Olha.
Onde? Quando? E porquê também. 23 de setembro no Live. 23 de setembro é o dia dos Fat Freddy’s Drop, tem que decidir. Ou vai a um ou vai ao outro.
Não contes comigo pra resolver este problema na tua vida. Só te vou dizer que o Ty Segall é mais um, há bocado falávamos do Mac DeMarco, eu já não sei quantos discos é que ele tem. Ele editou um agora dia 28 de agosto, se não estou enganado.
Editou um há dias.
É, chama-se “Chrome”.
E que tal?
28 de agosto. Olha, é a cantiga que vamos ouvir, vem dali, chama-se ‘Black Paint”, e esta até tem um lado diplomático. Apesar da destruição, é amigável. Não é brusca, porque este rapaz é capaz do rock and roll mais sujo. Nem sei o que te diga. Sabes mesmo sair cheio de óleo de uma garagem em que nenhuma máquina ficou a andar. Adoro Ty Segall. É o maior.
Ok.
É o maior. Adoro.
23 de setembro no Live, é isso.
Vamos embora.
Ty Segall em Portugal, 23 de setembro, Lisboa ao vivo. O Tiago já disse que gostava muito de ir ver. Eu tenho saudades de ver um concerto assim de rock mais rasgado, ainda bem que há alguém a fazê-lo.
Vais ver os Fat Freddy’s Drop?
Porque depois tem metais.
Mas já viste o quê? 12 vezes?
Aí sete.
É uma escolha que tens que fazer.
Muito bem. Olha, queria falar da brasileira Marina Sena, que vem a Portugal em outubro, 24 de outubro, Coliseu do Porto, 25 de outubro, Coliseu dos Recreios. A Marina Sena tem muita pinta.
Já está nos coliseus.
É verdade. Tem feito aqui uma trajetória assim sempre a subir.
Pareces tu na tua carreira.
Exato, acho que é uma comparação que se pode fazer. Aproveitei para trazer um tema novo da Marina Sena. Ela lançou há dias “Taiobeiras”, folha grande. Taiobeiras, pelo que percebi, é a terra natal da Marina Sena, bem na zona norte de Minas Gerais, e ela fala de Minas nesta canção. Eu gosto muito da Marina Sena, acho que ela, depois de um aparecimento também um bocado mais lânguido, está a crescer.
Na safadeza.
Na safadeza. Está um bocadinho a deixar a safadeza.
É pena!
É, e ela terá sempre com ela alguma dessa safadeza, ainda bem pra nós, porque isso nota-se também na música e nas canções que ela escreve e canta. Mas gostei particularmente desta “Taiobeiras”. Acho que mostra aqui um lado até mais tradicional e mais ligado ao interior de Minas Gerais, que ela conseguiu pôr neste seu novo single. Aí fica mais uma sugestão de canções para ver ao vivo até o final do ano. Marina Sena, a brasileira em Portugal, Coliseu do Porto, 25 de Outubro; Coliseu dos Recreios em Lisboa, 25 de Outubro; Coliseu do Porto, a 24 de Outubro. Marina Sena em Portugal em outubro nos Coliseus e na Rádio Observador neste Isto Não Passa Na Rádio com a sua nova canção, “Taiobeiras”, nome da terra que a viu nascer. E agora vamos falar dos Rádio Macau, que eu gosto muito e parece que o Tiago também.
Eu aprecio muito, já não é a primeira vez que trago aqui estes jovens.
É verdade. Muito contente com este regresso, já com quase tudo esgotado no que toca a coliseus.
Isto é Coliseu dos Recreios, em Lisboa, 30 de setembro e 2 de outubro. Coliseu do Porto, 15 de outubro, Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no dia 20 de novembro
Sendo que esse concerto de dia 20 de novembro em Sintra, pelo que percebi pela comunicação, gera o anúncio de uma digressão nacional que se vai seguir a estes concertos nos Coliseus praticamente todos esgotados. Acho que havia alguns dias ainda alcuni bilhetes para o Porto. Não sei se a esta altura do campeonato ainda estão disponíveis, mas depois foi anunciado então esse outro espetáculo no Centro Cultural Olga Cadaval e parece que vamos ter os Rádio Macau a passar por mais cidades do país.
Esta gente que fez canções ótimas singulares. E há uma coisa curiosa: há dois tipos de relação eventualmente que consegues estabelecer com os Rádio Macau. Um é se cresceste com esta música de alguma forma, outra é se quando acordaste para estas coisas das canções eles já não estavam operacionais ou em destaque. Mas o que é engraçado é que eu acho que em ambas as situações, dadas as evidentes distâncias, por exemplo, em termos sonoros e de produção, etc., as canções são sempre válidas, muito pertinentes e açucaradas, ainda que tenha aquele lado urban oppressive. Aquela coisa melancólica da Lisboa dos anos 80.
Acho que foi por causa disso que te escolhi. Eu gosto dos Rádio Macau porque são um retrato dessa-
Tu és tristonho.
É, sou um bocadinho.
Mas farreiro, Ramboeiro, que eu sei. Portanto, “Amanhã É Sempre Longe Demais”, do álbum Rapaz do Trapézio Voador de 1979. Está bonito. Sem ritmo. Acho que é uma boa amostra destes dois mundos a conjugarem-se na perfeição.
Hoje anelam mão fechada Entreja a luz do dia Morre sombra desejada Duma esperança fugidia Foi uma noite sem sono Entre o sol e vais embora Com um prato de abandono E gosta outro sabor Dizes-me até amanhã Que tem de ser que tu vás Só que amanhã sabes bem É sempre longe demais Dizes-me até amanhã Que tem de ser que tu vás Só que amanhã sabes bem É sempre longe demais Fechá-ma lá mão fechada Chega a hora do cansaço Vai-se o tempo desfiando Em anéis de fumo baço Acendo mais um cigarro Invento mil ideiais Porque amanhã sei bem É sempre longe demais Dizes-me até amanhã Que tem de ser que tu vás Só que amanhã sabes bem É sempre longe demais Acendo mais um cigarro Invento mil ideiais Porque amanhã sei bem É sempre longe demais Dizes-me até amanhã Que tem de ser que tu vás Só que amanhã sabes bem É sempre longe demais Acendo mais um cigarro Invento mil ideiais Porque amanhã sei bem É sempre longe demais
“Amanhã É Sempre Longe Demais”. Os Rádio Macau na Rádio Observador. Destaque do Tiago Pereira para os concertos que ainda ocorrem aqui pelo nosso país e pela nossa região até ao final deste ano. Há Rádio Macau também para ver ao vivo um pouco por todo o país segundo foi anunciado numa tour nacional durante 2027. E agora vamos fechar com Alan Halloween.
Ora aí está
Pois é. Eu estava a olhar com mais pormenor para o cartaz do festival Iminente, que acontece já nestes próximos dias, de 17 a 20 de setembro, em Marvila, na Escola Afonso Domingues. Tem por lá muitas coisas que me interessam ver. É um festival do Alexandre Farto aka Villens e que este ano tem a particularidade ter uma espécie de co-curadoria do próprio Original Kappa, também conhecido como Alan Halloween. Alguém que marcou muito, um hip-hop mais urbano e da periferia de Lisboa, diria, mas não só. Acho que chegou, de facto, a todo o país, mas é alguém que tem algumas particularidades, que anunciou também uma espécie de fim de carreira e que agora regressa nesta encarnação para o Festival Iminente, a curar alguns palcos com alguns artistas, mas também num espetáculo dele onde traz alguns amigos, DJ Fumaça, Miss Beatie e Capataz. E há aqui uma coisa que me deixa intrigado, que é: “e um convidado surpresa”.
Fico medo.
Fiquei curioso para saber quem é. Mas acho que ver ao vivo Alan Halloween em 2026 era uma coisa que eu pensei que ou já não ia acontecer ou que poderia demorar mais anos a acontecer.
Ou pode ser o sinal de um cataclismo.
Ou pode ser a última vez mesmo que o vamos ver, não faço a mínima ideia. Sei que era motivo de destaque e fui buscar o disco ‘Unplughetto’ de 2019.
Aí está. Dos bons nomes deste programa. Depois de Rádio Macau, Unpluggetto.
Fui buscar o “Livre Arbítrio”, que faz parte do “Híbrido” de 2015, mas surge numa versão ao vivo e um bocadinho mais acústica neste “Unplugetto”. Queria deixar outras notas muito rapidamente. Estive indeciso entre pôr o Alan Halloween no Festival Iminente ou pôr alguma coisa do Regula no espetáculo Mais Pesados da Capital, que vai acontecer na MEO Arena a 14 de novembro e que junta Regula SAM, Da Kid, Valley e Shag.
Isso vai ser…
É uma geração do hip-hop, onde até poderia encaixar bem o Alan Halloween.
Dom Gula na MEO Arena. Lá vai.
Quero ver isto. Acho que o Regula também passa pelo Iminente ou noutro festival passou. Yolanda, concerto 360, coliseu dos Recreios, 7 dezembro, é outra das nossas sugestões, além de muitas outras coisas que ainda vão acontecer no Luav e noutras salas pelo país. Foi um gosto voltar a ter o Tiago Pereira comigo.
Não é espetacular?
É ótimo.
Pois é, meu amigo.
“Livre Arbitrio”, com Alan Halloween no Fecho disto Não Passa na Rádio. Até para a semana.
Até para a semana.
Todo homem tem um dark side, e o dark side quer roubar a sua life, e a sua life toda a vida será um fight, e esse fight só termina quando ele cai, e não se levanta mais. Niggas ainda não se aperceberam, do tempo que perderam a viver a vida de ex que já morreram. Pois quem vive a vida dos outros não cresce, vive para sempre numa creche. Rodeado de putos que só fazem porcaria, borram espigão folha noite e dia. Uns pela fama, outros por adrenalina, outros simplesmente pra comer nigga. E vem a cana, vem a prison, é sina de quem anda na má vida. Assume a tua dívida e um dia sais, não culpes teus amigos nem os teus pais, só tu sabes onde vais. Só tu sabes onde vais. Velhos demónios, velhos fantasmas trazem sonhos medonhos de madrugada. Às vezes levam-te aos lugares onde tu andavas, tu sabes quando acordares que ainda estás na ala. Brother, às vezes eu sinto que algunos niggers, meus niggas, não passam de crianças que se escondem na prison. Largam a família na hora de ser um pai, é mais fácil viver a thug life. E as bebés ficam com a mãe, que procuram um futuro junto de alguém. E de homem para homem, todos eles comem, todos eles somem, porque nenhum homem quer criar filho de outro homem. As crianças crescem como podem, largadas no mundo sem lei nem ordem. Por fim, é o mundo que se torna seu pai, e elas dão boa mão e não as vês mais. Só Deus sabe onde vai, ese puto criado na Thug Life. Na Thug Life. Na Thug Life. Só tu sabes onde vais. Só tu sabes onde vais. Só tu sabes onde vais, nigga. Só tu sabes onde vais. Mano, não mintas mais. Só tu sabes onde vais. Só tu sabes onde vais, nigga.Só tu sabes onde vais.
