11 de setembro: Montenegro sublinha valor da democracia e recorda vítimas portuguesas
“Neste dia tão doloroso para os EUA e para todos os países que prezam e defendem a liberdade, lembramos os muitos, incluindo portugueses, que perderam a vida no 11 de setembro”, escreve o chefe do executivo numa mensagem divulgada nas redes sociais.
O mundo mudou há 25 anos. Neste dia tão doloroso para os EUA e para todos os países que prezam e defendem a liberdade, lembramos os muitos, incluindo portugueses, que perderam a vida no 11 de setembro. E vincamos também a força das nossas convicções, a vitalidade dos nossos…
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) September 11, 2026
No dia em que se assinalam os 25 anos dos ataques levados a cabo por terroristas sauditas, patrocinados pela Al-Qaeda de Osama bin Laden, Luís Montenegro sublinha a “força das nossas convicções, a vitalidade dos nossos valores e a importância das nossas alianças. Pela democracia. Pela segurança. Pela liberdade”.
Nos ataques às torres gémeas de Nova Iorque, pelo menos nove portugueses e lusodescendentes perderam a vida. Oito vítimas portuguesas foram identificadas nos dias seguintes ao atentado. Foi a equipa do jornal Luso-Americano, liderada pelo atual editor Henrique Mano, que ajudou as autoridades norte-americanas a identificar os compatriotas, todas do sexto masculino.
Em entrevista à agência Lusa, o jornalista assume agora que pode existir uma 10.ª vítima portuguesa: uma mulher cujo apelido de solteira é Barbosa e de casada é Costa.
“Há um nome português que nós estamos [a investigar]. A confirmar-se seria a única mulher deste grupo e passariam a ser dez [vítimas]. Mas está a ser muito complicado [confirmar]”, afirmou à Lusa.
“Ela vivia em Nova Jérsia, tinha nascido em Brooklyn e a família é de Brooklyn, mas a mãe possivelmente já morreu porque tinha 80 anos à altura dos atentados. Não tem sido fácil. Eles não tinham filhos. A nossa esperança é conseguir falar com o marido. Curiosamente, ela tem um apelido português, Barbosa, e o marido é Costa”, disse Henrique Mano.
Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.
A par das vítimas mortais registadas naquele dia, estima-se que mais de 9.400 pessoas morreram devido a doenças ligadas à exposição dos efeitos dos ataques.
Com Lusa
