Azeite paulista conquista cinco prêmios internacionais na safra de 2026
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- Azeite orgânico BENE, da Fazenda São Benedito em Bom Sucesso de Itararé (SP), recebeu cinco prêmios internacionais na safra 2026.
- Ganhou ouro no Anatolian International Olive Oil Competition (Turquia) e no Terra Olivo International Olive Oil Competition (Israel), prata na EVO IOOC Italy e ouro + título Best Organic no Brazil International Olive Oil Competition.
- Certificado pelo Instituto Biodinâmico, é elaborado com azeitonas Arbequina, Arbosana e Koroneiki e apresenta acidez de 0,06%, dentro do padrão extravirgem.
- A marca ainda aguarda o resultado do Olivinus International Olive Oil Competition, realizado na Argentina.
O azeite orgânico BENE, produzido na Fazenda São Benedito, em Bom Sucesso de Itararé (SP), somou cinco premiações em concursos internacionais na safra de 2026. O resultado supera o desempenho do ano anterior, quando a marca estreou no circuito de competições de azeite de oliva.
Na edição deste ano, o produto recebeu medalha de ouro no Anatolian International Olive Oil Competition (Turquia) e Terra Olivo International Olive Oil Competition (Israel). Também foi prata na EVO IOOC Italy (Itália), onde foi único azeite orgânico brasileiro premiado na edição. Além disso, no Brazil International Olive Oil Competition foi premiado com Gold Award e o título de Best Organic (melhor azeite orgânico da competição).
A marca aguarda ainda o resultado do Olivinus International Olive Oil Competition, realizado na Argentina.
Impulsionada pelas premiações, a comercialização do produto expandiu-se no mercado nacional. O azeite é distribuído para consumidores de diversos estados e está presente em empórios especializados de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. Além da olivicultura, a Fazenda São Benedito fornece insumos orgânicos para as marcas La Naturelle e Souvie Cosméticos.
Parâmetros técnicos e produção
Certificado pelo Instituto Biodinâmico (IBD) desde 2018, o azeite é elaborado a partir das variedades de azeitona Arbequina, Arbosana e Koroneiki. O índice de acidez registrado no produto é de 0,06%, patamar abaixo do limite máximo de 0,8% estabelecido para a classificação como extravirgem.
A propriedade adota práticas de agricultura regenerativa, que incluem o manejo do solo sem o uso de defensivos químicos sintéticos, o emprego de remineralizadores naturais e o plantio de flores para atração de abelhas nativas.
De acordo com o fundador da propriedade, Nelson Jorge, o processo de conversão da agricultura convencional para a orgânica exigiu um período de cerca de dois anos de transição do solo antes do início do cultivo das oliveiras.
