Antônio Pitanga revive clássico do teatro negro em festival na Bahia
Saí correndo da academia, no Leblon, direto para uma sessão de drenagem na Barra da Tijuca, e no caminho recebi essa notícia que me deixou genuinamente emocionada. Antônio Pitanga é uma das atrações confirmadas da 8ª edição do Melanina Acentuada Festival, que acontece entre 28 de julho e 3 de agosto, em Salvador, celebrando os 80 anos do Teatro Experimental do Negro.
No dia 1º de agosto, das 10h às 11h30, no Goethe-Institut Salvador, o ator participa da leitura dramática de “O Poder Negro”, peça do dramaturgo norte-americano Amiri Baraka. A encenação reúne os atores Fernando Lufer, Laís Machado e Manhã Ortiz, sob direção de Eugênio Lima, que já prepara uma nova montagem da obra com estreia prevista para o segundo semestre de 2026, em São Paulo.

Depois da apresentação, o público vai poder acompanhar uma conversa com Pitanga sobre sua trajetória e sobre a experiência de ter protagonizado a primeira montagem brasileira de “O Poder Negro”, há cerca de seis décadas. É um encontro entre gerações de artistas, que reforça o quanto essa obra segue atual e o peso dela na história do teatro negro no Brasil.




A atividade é aberta ao público, e confesso que, se estivesse em Salvador naquela semana, eu estaria na primeira fila. Fica o convite para quem quiser viver esse pedaço de história ao vivo.
