Cancelo: «Barcelona? Sempre tive o sonho… o símbolo dá-me arrepios»

Cancelo: «Barcelona? Sempre tive o sonho… o símbolo dá-me arrepios»


João Cancelo, lateral do Barcelona e da Seleção Nacional, em declarações ao programa «Soltinhos pelo Mundo» do Canal 11. O jogador de 31 anos falou sobre o regresso ao Barcelona, como foi fácil a decisão e confessou ainda quem foi o extremo mais difícil de defender que apanhou. 

Símbolo do Barcelona dá arrepios 

«Tenho um carinho especial por este clube. De todos os clubes que eu já tive, o Benfica e este são os clubes em que eu sempre sonhei jogar. No Benfica tive a oportunidade de jogar na equipa A, ainda com poucos jogos. Todos os meus ídolos jogaram aqui e eu tive sempre o sonho de jogar no Barcelona. Aqui sinto-me como em casa. O símbolo dá-me arrepios, estou a falar a sério. O símbolo tem peso, é o blaugrana.»

Dificuldade no regresso à Europa

«Senti um bocadinho de dificuldade, principalmente a nível físico, porque eu também vinha de um período tive a lesão e depois o Al Hilal decidiu tirar-me da lista dos estrangeiros para jogar a Liga Saudita. Ou seja, tive três jogos neste período, não vinha no meu melhor momento físico, mas estou a recuperar aos poucos. Fui muito bem recebido. Parece que nem tinha saído daqui. Quando houve a possibilidade de eu vir, e quando começaram as notícias, vários mandaram-me mensagens, o Gavi, o Fermin, o Rafinha, o Erica Garcia… senti que queriam que eu voltasse e ajuda também nas decisões.»

Evolução de Lamine e a importância de Raphinha

«Quando eu cheguei ao Barcelona, no primeiro ano que cá estive, na época de 2023/24, o que mais me impressionou foi o De Jong, mas hoje eu apanho jogadores que há dois anos não estavam como estão hoje. A evolução do Lamine foi uma coisa absurda. O Fermin é outro craque, é uma evolução absurda também. O Raphinha, para mim, é um jogador muito especial, porque é um jogador que dá muito à equipa.»

Neymar melhor extremo que apanhou

«O pior de todos para mim foi o Neymar, quando eu estava no Valência, por volta de 2015. Inglaterra, Salah e Mané são difíceis também, na minha opinião. O Doku é, eu vou dizer, assustador, incrível, o pára-arranca dele é a coisa mais incrível que eu vi na minha carreira.»



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