1h. Donald Trump ameaça atacar infraestruturas civis no Irão – Observador

1h. Donald Trump ameaça atacar infraestruturas civis no Irão – Observador



Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Boa hora. As notícias com Miguel Pina Andrade.

Donald Trump ameaça atacar infraestruturas civis no Irão até que um acordo seja alcançado. Afirma que os bombardeamentos são para continuar. Isto depois do Irão ter colocado um ponto final no memorando de entendimento. O vice-ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros diz que o falhanço em implementar um dos pontos foi suficiente para colapsar todo o memorando e afirma que agora a América violou todas as obrigações que tinha. Ora, em entrevista à Fox News, Donald Trump afirma que os Estados Unidos vão atacar infraestruturas energéticas e civis nos próximos dias.

“Estou a guardar os ataques às estações de energia pro final, mas vamos acabar por atingi-las. Vamos atacá-los fortemente esta noite, vamos atacá-los fortemente amanhã e na noite a seguir. E depois, na próxima semana, vai ficar muito mal pra eles, porque vamos destruir completamente as centrais elétricas e as pontes, a menos que eles decidam sentar-se à mesa e negociar conosco.”

O presidente norte-americano, em entrevista à Fox News, onde afirmou ainda que os representantes dos Estados Unidos e do Irão conversaram esta terça-feira. A noite tem sido novamente de ataques. O Irão foi alvo de uma nova vaga de bombardeamentos em várias partes do país, mas respondeu com ataque com drones a uma base militar na Jordânia. A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou ainda ataques contra o Bahrain e o Kuwait e promete lutar até à vitória final. Os órgãos de comunicação sociais associados ao regime iraniano avisam os Estados Unidos que os ataques não vão ficar sem resposta e vão ter um custo proporcional. Os Estados Unidos anunciaram o reinício do bloqueio naval no Estreito de Ormuz. No “X”, o Comando Central dos Estados Unidos anuncia que há mais de 20 navios de guerra norte-americanos e centenas de aeronaves em todo o Médio Oriente. Afirma que as forças norte-americanas permanecem vigilantes, letais e prontas. Entretanto, a Guarda Revolucionária deixou uma ameaça. Diz que se os Estados Unidos continuarem com os ataques, nem uma gota de petróleo ou gás vai sair do Médio Oriente. Na Venezuela, o número de mortos provocados pelo duplo terramoto já ultrapassa as 4700 vítimas mortais, é o que dá conta o último balanço oficial divulgado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. Pedro Passos Coelho diz que o Governo tem de romper com a tradição de colocar políticos no lugar de especialistas. São declarações do ex-primeiro-ministro durante a apresentação do livro “Estratégia Empresarial”, dos economistas José Crespo de Carvalho e Leandro Pereira. O ex-primeiro-ministro deixa algumas das visões que tem sobre o país e sobre o atual governo. Pedro Passos Coelho diz que no ponto de vista da tecnocracia, o Governo tem imitado os anteriores.

Este governo parece-me que tem, desse ponto de vista, exibido um comportamento muito parecido com os anteriores. Quanto melhores forem os tecnocratas que estão a fazer a máquina do Estado funcionar, melhor. Não têm de ser políticos. Não têm de ser escolhidos por patronagem política, porque é meu amigo, ou porque tenho confiança nele. Não podemos pôr gente que nem sabe a linguagem dos técnicos a dar ordens a pessoas que percebem que nem sabem do que é que lhes estão a falar. E, portanto, eu adoraria que o atual governo rompesse com essa tradição dos últimos anos.

O desejo de Pedro Passos Coelho, que sem fazer uma referência direta a membros do governo que tenham vindo de fora da política partidária, deixou até elogios ao ministro Fernando Alexandre, apesar de estar debaixo de fogo da oposição.

Não quero intervir nesse plano.

Esse é um exemplo de tecnocratas na educação?

Tenho muita estima pelo professor Fernando Alexandre, que acho que ele é uma pessoa muito competente.

Pedro Passos Coelho exaltou ainda a tentativa reformista do governo de Montenegro.

Este governo enunciou esse objetivo, e isso é muito importante, porque nós só conseguimos corrigir o que está mal quando reconhecemos o que está mal. E esse primeiro passo, o governo fez. O resto, vamos dar algum tempo pra ver, eu já tenho feito algumas observações que achava que as coisas deviam dar um pouquinho mais de pressa, porque estou a olhar de fora e, portanto, vejo as coisas, se calhar, com mais impaciência. Mas o diagnóstico está bem feito. Há uma preocupação de reformar o Estado. Vamos ver agora se as várias medidas que vão aparecendo, se alinham para oferecer os resultados que nós precisamos.

Acerca do tema da água ou falta dela em Almada, o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho diz que tem de haver planeamento para evitar problemas como este. A vice-presidente da bancada do Partido Socialista, Marina Gonçalves, diz que Fernando Alexandre deve avaliar se tem condições para continuar como Ministro da Educação. A antiga ministra e atual deputada do PS não pede diretamente a demissão de Fernando Alexandre, mas diz que o ministro deve avaliar se tem ou não condições para continuar no cargo, depois do falhanço no processo de classificação dos exames. Em entrevista ao Observador, Marina Gonçalves diz que Fernando Alexandre deve procurar saber se consegue melhorar a gestão da pasta

Eu não estou a dizer que se deve demitir ou não se deve demitir, acho que não me cabe a mim sequer aqui dizê-lo. Agora, que essa avaliação deve ser feita por quem falhou redondamente naquele que é um papel central para a vida dos alunos, que foi o ministro da Educação, pois bem, eu acho que ele deve fazer essa avaliação. Mas eu como acho que nós temos que ser responsáveis pelos nossos atos e devemos ser nós a fazer essa avaliação, aquilo que eu espero é o conselho que dou, é que o próprio ministro faça a avaliação se tem condições para se manter e tendo, como é que gere melhor, um bocadinho melhor do que fez até agora.

Marina Gonçalves em entrevista ao Sofá do Parlamento da Rádio Observador, em que sobre o futuro do Partido Socialista, diz que todos os responsáveis políticos estão a prazo nos cargos. O secretário-geral do PCP diz que Fernando Alexandre não pode fugir ao debate na Assembleia da República. Paulo Raimundo diz, e passo a citar: “Era só o que faltava o governo não se fazer representar pelo ministro da Educação no debate sobre os exames nacionais.” Paulo Raimundo deu como certa a admissão desta discussão de urgência requerida pelo PCP para a próxima sexta-feira, data em que está programado saírem as notas dos exames nacionais. O líder comunista frisou que caberá à conferência de líderes desta quarta-feira deliberar sobre o debate e reiterou que seria uma desfaçatez que o governo se fizesse representar por outro governante que não Fernando Alexandre.

A conferência de líderes tem que organizar o debate, mas não tem muito pra decidir, porque é um debate potestativo e, portanto, é obrigatório que se faça. É um debate onde é convocado o governo. Nós não estamos em condições de obrigar o ministro da Educação a ir a esse debate. Estamos apenas em condições de exigir que o governo lá esteja. É isso que vai acontecer. O que eu espero é que o governo não tenha a desfaçatez de indicar outros membros do governo que não o ministro da Educação. Era só o que me faltava.

O líder comunista, em declarações aos jornalistas depois de uma reunião com a Federação Nacional dos Professores, sobre a garantia dada por Fernando Alexandre de que os prazos para a correção dos exames serão cumpridos, Paulo Raimundo diz que o ministro não tem credibilidade para falar em cumprimento de datas. O Ministério da Educação prolongou o prazo para a classificação dos exames nacionais, deu mais 24 horas, mas garante que as notas vão ser afixadas na mesma esta sexta-feira. Os professores tinham até o final desta terça-feira para terminar a classificação dos exames nacionais. O prazo foi prolongado até o final do dia de quarta-feira. Em comunicado, o Ministério da Educação diz ainda que já foram classificados 98% dos exames, ao que o Observador apurou, alguns professores que só receberam esta terça-feira itens para classificar, foram informados pelas escolas que teriam até ao meio-dia desta quarta-feira para entregar as classificações finais. Governo, patrões e sindicatos voltam esta quarta-feira à concertação social, com a ministra do Trabalho a dizer que agora a palavra está do lado dos parceiros sociais. É a primeira reunião depois do chumbo da reforma laboral. A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, diz que agora é tempo de devolver a palavra aos parceiros sociais sobre a reforma da Lei do Trabalho, reforma que Maria do Rosário Palma Ramalho considera ser inevitável, quer seja neste ou num outro governo. Questionada esta terça-feira pelos jornalistas, à margem da apresentação de um relatório no Ministério do Trabalho sobre a negociação coletiva, a ministra recusou-se a revelar aquilo que vai acontecer esta quarta-feira na reunião da concertação social, mas sinalizou a disponibilidade do governo para ouvir todos os parceiros sociais. Ainda a tempo para o desporto, a Espanha venceu a França por 2 x 0 nas meias-finais do Campeonato do Mundo de Futebol. Marcaram os gols Ayarza Ayarzábal e Pedro Porro. A seleção orientada por Luis de la Fuente garantiu a primeira vaga para a final de domingo. A imprensa estrangeira dá conta de celebrações um pouco por todo o país pela passagem à final. O segundo finalista vai sair do jogo desta quarta-feira entre Argentina e Inglaterra. Tem início às 20h. É o ponto final nesta edição da “Uma da Manhã”. A informação está de regresso à 13h30. Até já.





Source link

Postagens Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *