Xi Jinping e a arte de vencer sem fazer nada na china
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- Em 2026, o Departamento de Defesa dos EUA informou que foram gastos US$ 11,3 bi em seis dias de hostilidades contra o Irã.
- Dados de comércio exterior da China de maio de 2026 mostram exportações de US$ 376,80 bi, alta de 19,20 % em relação ao ano anterior.
- O superávit comercial mensal chegou a US$ 105,40 bi, totalizando US$ 1,168 tri em doze meses até maio.
- As importações chinesas de petróleo bruto recuaram 29,01 % no mesmo período, indicando maior eficiência energética e avanço tecnológico.
Durante décadas, a cartilha imperialista de Washington sustentou que a hegemonia global só poderia ser mantida através de intervenções militares diretas e do controle monopolista do sistema financeiro. No entanto, enquanto dados oficiais enviados pelo próprio Departamento de Defesa (Pentágono) ao Congresso indicam que os Estados Unidos queimaram US$ 11,3 bilhões em apenas seis dias de hostilidades contra o Irã em 2026 — um montante sabidamente subestimado por excluir o custo total do complexo aparato de inteligência e logística —, Pequim demonstra que a verdadeira liderança mundial se consolida por caminhos pacíficos. A potência norte-americana especializou-se historicamente na destruição sistemática da infraestrutura de nações soberanas, ao passo que a China investe no sentido oposto, financiando e erguendo ferrovias, portos e redes de energia pelo mundo; essa estratégia reflete uma visão geopolítica infinitamente mais generosa, segundo a qual sociedades com amplo acesso a bens públicos essenciais tornam-se estruturalmente afeitas à paz e à cooperação.
Os dados inéditos de comércio exterior de maio de 2026 comprovam a solidez dessa estratégia pacífica, com as exportações chinesas atingindo expressivos US$ 376,80 bilhões, um avanço de 19,20% em base anual. Esse fluxo mercantil robusto gerou um superávit mensal de US$ 105,40 bilhões, acumulando um saldo comercial de US$ 1,168 trilhão nos doze meses encerrados em maio.
Esse avanço avassalador das exportações ocorre em paralelo à redução do volume físico de importações de matérias-primas críticas como o petróleo bruto, que recuou 29,01% no mês, apontando para uma maior eficiência energética e para a liderança chinesa na transição tecnológica global. O descolamento da economia asiática frente às tentativas ocidentais de “desacoplamento” fica evidente no histórico da última década, conforme demonstrado no gráfico abaixo, elaborado pela equipe deste portal.
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