Vacinas contra covid-19 terão atualização para acompanhar novas variantes, decide Anvisa
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- A Anvisa publicou, em 9 de julho, instrução normativa no Diário Oficial exigindo atualização das vacinas contra covid‑19.
- As vacinas deverão ser monovalentes e conter a variante LP8.1 como antígeno preferencial, visando melhorar a resposta a novas linhagens do SARS‑CoV‑2.
- Derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, são aceitos desde que comprovem anticorpos neutralizantes amplos e robustos.
- Vacinas já registradas ou distribuídas podem continuar em uso por até nove meses, conforme decisão da 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou um conjunto de atualizações para as vacinas contra a covid-19. A medida prevê melhorar a resposta contra variantes novas em circulação no país. 

A Instrução Normativa que trata do assunto foi publicada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União.
A norma aprovada diz que as vacinas precisam ser monovalentes, ou seja, ter resposta imunológica contra uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação. Também devem conter a variante LP8.1 como antígeno preferencial. Derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, são permitidos “desde que demonstrem respostas de anticorpos neutralizantes amplas e robustas”.
Vacinas registradas e produzidas antes desta norma, e as que já foram distribuídas no país poderão ser utilizadas em até nove meses. Depois desse prazo, estão proibidas.
As novas regras foram estabelecidas na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa. A justificativa apresentada no encontro é de que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à doença, o que reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizada no país.
