Ronaldo vai ser patrão e jogador do Al-Nassr? – Observador

Ronaldo vai ser patrão e jogador do Al-Nassr? – Observador



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E o Campeão é na Rádio Observador, sempre depois do Jornal da Uma. Eu sou o Nelson Ferreira para comentar a atualidade desportiva. Tenho hoje comigo a Mariana Fernandes, o Augusto Inácio, o Gabriel Alves e o Pedro Henriques. O Braga venceu ontem o Estoril no jogo de fecho da sexta jornada, mas os motores agora aquecem para a Liga Europa. Já amanhã é com AC Milan e Benfica. Também no Benfica, Bruma está de saída ruma ao Aris Salónica. No Brasil, Luís Castro já não é treinador do Grêmio, mas há um negócio das Arábias que pode fazer de Cristiano Ronaldo um dos donos do Al-Nassr. Vamos começar por aqui, Mariana. Este é um negócio inédito em que um jogador pode passar a ser o patrão da própria equipa. Falamos de um consórcio, segundo algumas informações da imprensa desportiva, de cinco investidores, três empresários, o dono do AC Milan e o próprio Cristiano Ronaldo, para que o Al-Nassr deixe de estar sob controle desse fundo de investimento público da Arábia Saudita, como acontece com muitos clubes daquele campeonato, e passe a ser de privados, o que muda um pouco o paradigma do que é este campeonato da Arábia Saudita.

Sim, fazendo esse parêntese muito rápido. Essa decisão do Fundo Público de Investimento da Arábia Saudita de comprar, na altura, quatro clubes, o Al-Nassr, o Al-Hilal, o Al-Ittihad e também o Al-Ahli, partiu muito daquela visão 2030 que existia por parte da família real da Arábia Saudita, que passava por aquilo que nós chamamos coloquialmente de sportswashing, ou seja, tentar a partir do desporto, a partir do futebol e a partir de outras modalidades também, e também da compra do Newcastle, por exemplo, da candidatura ao Mundial 2034. Portanto, conseguir, a partir do desporto, colocar e posicionar a Arábia Saudita numa posição geopolítica bastante favorável, e comprar esses quatro clubes e colocar esses quatro clubes ao nível de conseguir o colocar, ou seja, não só necessariamente conseguir subir o nível do futebol da Arábia Saudita, mas contratar os jogadores que contratou, Cristiano Ronaldo à cabeça, mas todos os outros que depois acabaram por ir também pra Arábia Saudita, fazia parte dessa visão 2030. Não é de estranhar que alguns anos depois de ter sido colocado em prática, comecem as coisas a mudar um pouco, principalmente tendo em conta que os clubes já estão onde a Arábia Saudita queria que eles estivessem, ou seja, a contratar jogadores europeus, não necessariamente jogadores em final de carreira, mas jogadores muito jovens que aceitam os milhões da Arábia Saudita. E é aqui que entra Cristiano Ronaldo. Eu acho que essa ideia inédita de ter um jogador dono de um clube não se vai materializar, ou seja, acho que aqui o timing entre a venda do Al-Nassr e o final da carreira de Cristiano Ronaldo podem estar perfeitamente alinhados. E vimos Cristiano Ronaldo dizer naquela entrevista da Vogue, quando se casou agora há pouco tempo, no verão, que estava precisamente já a pensar no final da carreira, que tinha o final da carreira perfeitamente alinhado e que tinha vários desafios e vários negócios. Provavelmente, esta ideia de comprar e de ser um dos donos do Al-Nassr estará envolvida nesse plano. Eu acho que este negócio, a confirmar-se esta compra do Al-Nassr por parte de Cristiano Ronaldo e de outros empresários, poderá estar perfeitamente alinhada com o final da carreira de Cristiano Ronaldo, se calhar, no final desta temporada ou no final da próxima temporada. Ou seja, acho um pouco estranho, e não sei se em termos éticos seria sequer possível que um jogador de futebol pudesse ser dono da sua própria entidade patronal. Não sei quais são as regras da FIFA pra este tipo de coisas, porque é estranho. Não sei se existe sequer um precedente.

Pode ser que na Arábia Saudita essa regra não exista.

Na Arábia Saudita as coisas são um pouco diferentes, normalmente. Mas acho que provavelmente será por aí. Cristiano Ronaldo estará muito provavelmente a querer ficar ligado à Arábia Saudita, neste caso ao Al-Nassr, depois do final da carreira, não necessariamente como jogador, mas como proprietário. E sabemos que Cristiano Ronaldo é muito mais do que um jogador de futebol. Foi o grande embaixador dessa visão 2030, foi pro Al-Nassr e levou consigo, digamos assim, com muitas aspas, dezenas e centenas de jogadores que acabaram por ir logo a seguir. Chegou a ser também embaixador da candidatura da Arábia Saudita ao Mundial 2034, é um dos grandes embaixadores do turismo da Arábia Saudita. Portanto, eu acredito que ele queira ficar ligado ao país, ficar ligado ao futebol do país e então como proprietário do clube onde joga agora.

Pedro Henriques, bem-vindo, muito boa tarde. Este negócio a concretizar-se tem estas aspas também de perceber se Cristiano Ronaldo poderia competir e ser ao mesmo tempo um dos donos do clube. Mas de alguma forma, e aqui também em conversa com a Mariana há pouco, poderá explicar algum mal-estar que aconteceu, por exemplo, com Cristiano Ronaldo em alguma altura da época passada no próprio Al-Nassr?

Bem, começando por aí. Aí foi o pôr em causa toda uma estrutura em que supostamente havia um clube que era mais beneficiado, que eles eram mais prejudicados, porque uns podiam comprar jogadores, os outros já não podiam. Portanto, isso foi um mal-estar. Eu não sei se é por causa disso, aliás, não é por causa disso que o Cristiano Ronaldo vai comprar o clube. O Cristiano Ronaldo vai comprar o clube ou vai fazer parte dessa compra, mas não é enquanto jogador, como é lógico, porque mesmo na Arábia Saudita não é: eu quero comprar um clube hoje e amanhã está vendido. E, portanto, o Cristiano Ronaldo já falou que tem este propósito esta última época para terminar a sua carreira. Acho muito pouco provável que ele vá pra lá disso. Tem, neste momento, a hipótese de eventualmente conquistar mais algum título na Arábia. Vamos ver o que vai acontecer, mas é sobretudo uma questão pessoal, individual, dos tais mil gols pra ficar na história. Como eu já disse aqui várias vezes, não vão ser mil, vão ser 1007. E depois, a tal ligação, por um lado, porque a Arábia Saudita, 2034 é o mundial, há esse projeto que era 2030, todo um crescimento, e percebe-se que ali há dinheiro, ali há negócio, e o Cristiano Ronaldo não é só futebol. O Cristiano Ronaldo, se neste momento abdicasse das coisas sem do futebol, tinha, se calhar, um patrimônio idêntico ou igual fora, até de questões relacionadas, pelo menos diretamente com o futebol. E também já se percebeu que dificilmente ele vai ser treinador. Portanto, ele já falou que não era propriamente algo que o entusiasma, até pelo patamar que atingiu E percebe-se claramente que ele vai ter parcerias, o que quer que seja, no sentido de ser dono de clubes. E sim, faz mais o gênero de alguém que tem esse perfil. E a Arábia Saudita, por razões diversas, é algo que ele quer. E por isso não me surpreende que isso vá acontecer. Não me surpreende que seja inclusivamente em relação ao Al-Nassr, uma vez que está a jogar lá, mas acho que vai ser difícil haver essa coincidência, até porque acho que não está nada escrito que não permita, em termos de FIFA. Mas acho que vai ser muito difícil coincidir uma coisa com a outra, até porque nós estamos em setembro, faltam por assim dizer, seis, sete, oito meses no máximo para terminar a época e um negócio desses há de demorar o seu timing e mesmo que coincidisse ele já fazer parte desse negócio como jogador, não iria alterar muito daquilo que é a postura no sentido de: “Agora eu sou o dono, quero jogar os jogos todos”. Isso já está mais que pensado, planeado e dividido com aquilo que é o treinador e toda a estrutura.

Gabriel Alves, começamos a perspetivar aqui um Cristiano Ronaldo fora dos relvados, mas com uma presença muito forte ainda no desporto e principalmente no futebol. Lembrar também a compra de uma participação no Almería, em Espanha, que já também foi concretizada há algum tempo. Agora esta notícia que poderá abrir a porta a uma entrada num consórcio para controlar o Al-Nassr. Vamos ter Cristiano fora dos relvados em breve, mas muito presente no mundo do futebol com estas aquisições.

Boa tarde. Só achegas àquilo que a Mariana expôs e muito bem, e o Pedro Henriques. O Cristiano Ronaldo tem uma estratégia de vida. Cristiano Ronaldo tem uma estrutura de pessoas à volta dele, se calhar umas sabemos quem são, outras nem nos passa pela cabeça, que são pessoas de estratégia. E quando o Cristiano Ronaldo criou a questão de ir para a Arábia Saudita, nós não podemos esquecer, isso já foi explicado pela Mariana e bem, daquilo que era o Campeonato do Mundo, a candidatura ao Mundial 2030, que a Arábia depois deixou, que fosse para 2034, que está garantida, para que houvesse este campeonato, porque não se sabe bem como vai ser entre Espanha, Portugal e Marrocos. Mas isso são contas de outro rosário, lá iremos um dia destes. Ainda hoje isso está a ser debatido em Madrid, no Summit Futebol, com todos os ingredientes políticos que isso tem. Mas adiante. Ronaldo sabe melhor que ninguém e todo quem está com ele, que o futebol traz poder. Qual é o poder que Ronaldo poderá naturalmente querer nesta altura? Político? Não, é um poder negocial, um poder de negócios. E Ronaldo, para além de jogar futebol, já é um homem de negócios há muito tempo. Vai jogando porque gosta, tem uma dimensão, tem um amor àquilo que é a sua profissão, mas também tem a consciência de que todos nós temos uma idade. E essa idade fisiológica, para aqueles que são desportistas, também há uma idade desportiva natural que obriga a parâmetros e a metas. Daí que Ronaldo tenha uma estratégia. E não podemos esquecer que o Mundial 2034, embora estejamos ainda a oito anos de distância, é já ali, é já acolá, é uma proximidade. E obviamente que este Mundial 2034 vai trazer toda uma geração de negócios, uma gestão de negócios imensa. E Cristiano Ronaldo está a marcar a sua posição. Cristiano Ronaldo, acoritado por outros empresários, obviamente, que veem ali uma questão de estratégia para um negócio, que será um excelente e bom negócio. A sua boa relação com a Arábia Saudita, a sua boa relação, não se esqueçam, com os Estados Unidos e com o presidente Trump, também tem a ver tudo muito, cada uma na sua, cada ligação no seu sentido, com tudo o que se passa. E Cristiano Ronaldo, como homem de negócios e com os estrategas que tem, desde o turismo, desde a imobiliária, desde os fatores de ordem económica, da comunicação, vejam onde é que ele está envolvido em termos de negócios. Aqueles que sabemos, aqueles que são públicos, aqueles que são dimensionados. E também tem pessoas que estão ligadas com muito saber à UEFA, ao futebol, à FIFA, que tem os seus conhecimentos, os seus mentores. Deixem lá o Infantino, porque se o Infantino cair, vem outro, mas essa entidade que está com ele conhece quem vem a seguir e sabe como é que são os meandros do futebol. E obviamente que o futebol traz poder e Cristiano Ronaldo olha para ele como poder económico.

Agosto Inácio, deixo-te aqui minutos também para se quiseres explorar esta questão, mas queria também um rápido comentário teu ao que foi o fecho desta sexta jornada, com o Braga a vencer, depois de ter escorregado com o Estrela da Amadora ontem frente ao Estoril, que não está a ter um bom início de época, conseguiu amealhar os três pontos e não fugir muito dos lugares de cima da tabela.

Boa tarde a todos. Deixa-me dizer que em relação ao Cristiano Ronaldo, praticamente já foi quase tudo dito. É que o Cristiano Ronaldo quando se mete nas coisas, não é para perder dinheiro, é para ganhar dinheiro. E vê nesta hipótese de ser um financiador do Al-Nassr, uma possibilidade também de poder fazer ali mais um excelente negócio. O Gabriel Alves já falou os negócios em que ele está metido, está na moda, está na saúde, está na comunicação social. Até já investiu também no futebol, no Almería de Espanha, ele também tem ali uma participação. Por isso o Cristiano Ronaldo, já há muito tempo, e bem assessorado, como disse o Gabriel Alves, e bem, há muito tempo olha mais longe para o final de carreira. Ele joga futebol realmente porque ganha muito dinheiro, ganha notoriedade e ganha projeção

Mais e mais, mas depois tem o outro lado em que realmente ele está bem e vê isto como uma grande oportunidade, até porque vem o mundial 2034 e ele está a ver grandes possibilidades de, provavelmente, digo eu, que ele olha também para esse lado, ele não olha para a coisa com romantismo, olha para a coisa como um negócio e o negócio é para ganhar dinheiro e não para perder dinheiro. E por isso, nessa perspectiva, vamos ver o que isto vai dar no futuro. Em relação à jornada, o Sporting Braga não está bem. O Sporting Braga está realmente a passar uma fase um bocado complicada, tal e qual como foi o ano passado, depois lá se endireitou, mas este ano as coisas estão a ficar um bocadinho difíceis. Os adeptos do Braga já não gostaram muito do que foi o jogo de ontem, muitas assobiadelas, mas o Estoril, embora jogue bem e tenha uma ideia de jogo interessantíssima, jogar em casa do Braga e pressionar na frente não é para qualquer um, mas aquela expulsão que o Estoril teve deitou tudo a perder e o Braga a acabar o jogo fez 1×0. Mas é um Braga que está muito intermitente, sinceramente. O Estrela da Amadora está de parabéns, porque consegue jogar e joga bem, teve três vezes a vantagem, não conseguiu segurar a vantagem. Parece-me a mim que o Estrela da Amadora estabilizou e está a fazer um excelente campeonato.

Vamos ter de avançar para as notas de campeão e deixamos como prato forte para a edição de amanhã esse Milan-Benfica, já com declarações de Rúben Amorim, lembrando que o Benfica perdeu duas finais da Champions League com o Milão. É uma declaração já de Rúben Amorim na conferência de imprensa que antecipa esse duelo de amanhã da Liga Europa. Mariana Fernandes, quem é o teu campeão hoje?

Um descampeão, na verdade. Eu ainda não tinha cá estado esta semana, por isso aproveito para falar aqui sobre a questão da arbitragem e a investigação que a Polícia Judiciária estará a fazer entre áudios e mensagens de texto ao que se terá passado com o Conselho de Arbitragem na temporada passada. Eu percebo que são aqui diligências judiciais, eu percebo que nem tudo pode ser dito. O próprio Duarte Gomes, quando reage, também diz que não pode falar muito, porque obviamente também já foi ouvido e será ouvido novamente mais vezes. Mas o que se passa é demasiado grave ou o que se acha que se passou é demasiado grave para Pedro Proença continuar em silêncio. Eu sei que vai existir um grande evento da Federação na próxima semana, provavelmente todos os discursos no Portugal Futebol Summit serão à volta de como é um evento extraordinário, e é, e de como é um evento louvável, e é, mas seria preciso, se calhar, que Pedro Proença, a dada altura, se irse limpar um bocadinho a poeira entre os seus próprios escândalos, que aconteceram há muito pouco tempo, e entre um conselho de arbitragem que continua a ter o mesmo presidente, que está a ser investigado pela Polícia Judiciária e que me parece cada vez mais em xeque.

Já vi a publicidade dessa cimeira do futebol e aparece lá Pedro Henriques. Pedro Henriques, confirmas que vais estar nessa cimeira?

Sim, que eu fui duas vezes. No ano passado estive lá.

Contra mim falo, porque eu também estarei lá. Portanto, não é mesmo uma declaração de intenções.

Temos um bom painel representado.

E é um evento bastante interessante à margem deste granel que vamos lá visitar.

O que eu acho é que não podemos falar só das boas coisas e das boas notícias que acontecem. Esse evento é uma boa notícia que acontece. Pedro Proença, se calhar, tem é de começar a falar das coisas más que vão acontecendo também.

Pedro Henriques, avançamos com o teu campeão.

Sim, só relembrar que ninguém pode demitir o Luciano Gonçalves, ou seja, ele foi eleito. E, portanto, o Pedro Proença não o pode demitir. Só a partir de uma situação de PJ e com crimes, e aí, sim, obtenções, aí entra-se noutra área. Portanto, por vontade do Pedro Proença, a coisa tinha acontecido. O meu campeão tem a ver exatamente com duas coisas, esta questão do Cristiano Ronaldo, porque eu acho que para quem acha que o Cristiano Ronaldo vai-se embora e acaba, claramente, uma era. Vamos ter muito Cristiano Ronaldo sempre ligado ao futebol e espero que Portugal saiba também tirar partido deste embaixador, é muito mais do que isso, chamado Cristiano Ronaldo. E depois em relação à conferência de imprensa, que foi há pouco, amanhã vamos falar e debruçamos sobre isso. Vou dar também uma nota de 15, porque achei engraçado quem é que esteve na conferência de imprensa, o Rúben Amorim e o Gonçalo Ramos. Se a gente não soubesse em que ano é que estava, dizia: “Olha, é uma conferência de imprensa do Benfica”, mas não, é os adversários do Benfica que estão a falar.

Gabriel Alves, o teu campeão de hoje?

Olha, eu vou dar nota, para já, para o Ronaldo, vou lhe dar 20. Sabe o que está a fazer na vida e sabe o que não quer. E olha, começou por se distanciar do empresário e tratando da sua vidinha fora do empresário. Aliás, ele não foi o único, o Luís Figo também havia feito isso anteriormente. Portanto, sabe muito bem aquilo que pretende o Cristiano e, naturalmente, segue a sua pisada. Depois, quero dar uma nota negativa a isto da Bola de Ouro. Isto é muito triste. Eu mereço a Bola de Ouro, eu e o Mbappé, os melhores.

O tal empresário que falavas diz que vai para o Yamal.

Pois, vai para o Yamal e já está para renovar o contrato com a porta do Barcelona. E depois o Mbappé disse o mesmo antes: “Em quem eu votaria? Em mim mesmo. Acho que posso ganhar este ano.” Perdão, são em água benta. Este é um negócio mau do lado do futebol, mas mesmo muito mau. De facto, aqui as promoções. Espero que quem vá votar seja livre de o fazer mentalmente e que não seja pressionado pela organização, as organizações ou as organizaçõezinhas. Ora bem, uma palavra positiva para a UEFA. Novo modelo às seleções na qualificação tipo Champions. Muito bem, modernidade para nos oferecer algo que é preciso, melhor futebol, mais competitivo e não ficar naquela da eliminatória de tantos gols. Não, tudo para frente. Vinte à UEFA, muito bem.

Saiu um 20. Agostinho Anastácio, fechamos com a tua nota de hoje.

Olha, isto não é como começa, é como acaba, mas não podia deixar de dar aqui o destaque para o Lusitano de Lorosa. Foi ganhar ontem ao Sporting B em Alcochete 2×1. Em seis jogos, tem cinco vitórias, um empate, está em primeiro lugar com 16 pontos. O Lorosa promete realmente lutar pela subida de divisão. Mas também queria dar a nota 16 para o Inter de Milão. Também tem quatro jogos, quatro vitórias. Ontem esteve a perder com a Udinese 2×0, acabou por ganhar 5×3. Está colado à Roma no primeiro lugar com 12 pontos e mostrou-se realmente uma equipa muito forte.

Está feita a edição de hoje de “E o Campeão É…”





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