OVNI no Paraná: como filmagem levantou debate sobre infraestrutura
“A Prefeitura de Campo Largo, por meio desta nota, informa que em nenhum momento fechou os comentários das suas redes sociais e que fez um questionamento formal à plataforma Meta. Supomos que devido a palavras de baixo calão, tanto em comentários quanto no inbox das redes sociais, pode ter ocasionado o fechamento temporário. Em relação ao saneamento básico na região de Itambezinho, deixamos claro que mais de 100 famílias possuem água encanada, na mesma localidade onde houve a cobrança de forma a movimentar a opinião pública. Para o abastecimento na região de Itambezinho, que teve início em 2019, foi necessário uma parceria entre a prefeitura de Campo Largo e a Sanepar, desenvolvido por meio de um projeto social conhecido como Programa Sanepar Rural. Neste projeto implanta-se a rede de abastecimento, quando a topografia e as demais condições do local se apresentam favoráveis. Como divisão de atribuições, a Sanepar contribui com os estudos técnicos, materiais hidráulicos, equipamentos eletromecânicos, treinamento, suporte técnico, ambiental e sócio comunitário e, em contrapartida, o município disponibiliza o manancial de abastecimento, mão de obra e insumos de construção civil. Já a sociedade civil organizada recebe capacitação para o gerenciamento dos equipamentos que ficam na “Casa de Águas” , e isso acontece por meio da composição legal de uma associação de moradores. Lembramos que todo este processo foi realizado em 2019, na região de Itambezinho, ou seja, a região não é desabastecida de água encanada e sim alguns moradores, por diversos motivos, ainda não tiveram acesso. Desta forma, reiteramos que em área rural, o acesso à água acontece por meio de poços artesianos e que precisam de liberação ambiental para serem construídos. Diante a repercussão do caso, a prefeitura de Campo Largo e Sanepar continuam dando suporte à região, onde mais de 100 famílias possuem água encanada. Por se tratar de órgãos públicos, novos projetos necessitam de planejamento específico que deve ser aprovado com um ano de antecedência, cumprindo a LOA (Lei de Orçamento Anual) e LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Por fim, em Campo Largo 88,2% da população recebe água potável por rede geral de distribuição, geralmente vinculada a serviços públicos de abastecimento. A média do estado do Paraná é 89,5% e, do país, 84,1%.”
