Flávio Bolsonaro não consegue esconder apoio ao tarifaço de Trump no JN
00:00
A+
A-
- Na sexta‑feira (28), Flávio Bolsonaro foi entrevistado pelo Jornal Nacional (JN).
- César Tralli questionou o senador sobre o apoio de Eduardo Bolsonaro ao “tarifaço” de Donald Trump contra o Brasil.
- Flávio alegou que, se seu irmão priorizasse interesses pessoais, não estaria exilado nos EUA.
- Ele disse que Eduardo realiza “trabalho de conscientização” ao apontar que o Brasil ainda não tem democracia plena.
Durante entrevista ao Jornal Nacional, realizada nesta sexta-feira (28), Flávio Bolsonaro foi questionado pela bancada sobre o apoio de Eduardo Bolsonaro ao tarifaço do governo de Donald Trump, dos EUA, contra o Brasil.
César Tralli:
“No dia do anúncio do tarifaço, o seu irmão, Eduardo Bolsonaro, foi às redes sociais comemorar. Pediu aos brasileiros que agradecessem a Trump […] por que ele colocou os interesses da família Bolsonaro à frente dos interesses do Brasil?”
Flávio Bolsonaro:
“Se meu irmão tivesse colocado seus próprios interesses à frente do Brasil, ele não teria ficado exilado nos EUA. Ele faz um trabalho de conscientização, de mostrar ao mundo o que está acontecendo no Brasil hoje, que está longe de ser uma democracia plena.”
Flávio Bolsonaro gagueja e não consegue explicar relação com Vorcaro no JN
O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, foi o entrevistado desta sexta-feira (28) no Jornal Nacional, dando sequência às sabatinas com os presidenciáveis.
Como esperado, a primeira questão a ser abordada pelos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos foi a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro e os R$ 61 milhões que o ex-banqueiro forneceu para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, “Dark Horse”.
Flávio Bolsonaro repetiu o argumento de que o dinheiro é privado e que não há nada de errado com o financiamento de “Dark Horse”:
“[A nossa relação] era sobre esse filme e mais nada […] na verdade o filme já estava acontecendo e eu não queria que essa obra de arte fosse perdida.”
Insatisfeita com a resposta de Flávio Bolsonaro, a jornalista Renata Vasconcellos cobrou a prestação de contas do filme, e Flávio repetiu que a prestação já foi feita.
