Como tirar a nova carteira de identidade pela internet sem sair de casa

Como tirar a nova carteira de identidade pela internet sem sair de casa


A nova identidade reúne o CPF, um QR Code e um padrão igual para todo o país. Parte do processo começa pela internet, mas a foto, as impressões digitais e a conferência dos documentos continuam ligadas aos postos estaduais. Por isso, a Carteira de Identidade Nacional não é emitida inteira pelo Gov.br sem que o cidadão saia de casa.

É possível tirar a nova identidade sem atendimento presencial?

Não. A primeira emissão da CIN exige atendimento no órgão de identificação do estado ou do Distrito Federal. O portal Gov.br reúne orientações e caminhos para o agendamento, mas não substitui a coleta presencial.

A página Onde emitir a Carteira de Identidade Nacional direciona o cidadão ao serviço de cada estado. No dia marcado, é preciso apresentar a certidão e permitir a coleta dos dados usados no documento.

Como tirar a nova carteira de identidade pelo Gov.br de forma simples e sem sair de casa
Como tirar a nova carteira de identidade pelo Gov.br de forma simples e sem sair de casa

O que pode ser feito pelo Gov.br antes e depois da emissão?

A internet reduz etapas, mas o serviço muda conforme o estado. Alguns oferecem agendamento, escolha de posto, acompanhamento do pedido e entrega por correio.

As funções mais comuns são:

  • Localizar o serviço: a página nacional mostra o caminho de emissão em cada estado.
  • Marcar o atendimento: o cidadão escolhe posto, data e horário quando houver agenda online.
  • Acompanhar o pedido: alguns estados informam a produção e a liberação do documento.
  • Acessar a versão digital: depois da emissão física, a CIN aparece no aplicativo Gov.br.
  • Validar o QR Code: o código permite confirmar se o documento foi emitido pelo sistema oficial.

Quem precisa de um passo a passo para tirar a nova identidade, vai curtir este vídeo do canal Teteu Tutors, com mais de 4,1 milhões de inscritos, que ensina como solicitar a CIN atualizada.

Quais documentos precisam ser levados ao posto?

A certidão de nascimento ou de casamento é o documento básico para a emissão. Os dados do CPF precisam estar corretos, porque esse número passa a identificar a pessoa em todo o país.

Como cada estado pode pedir comprovantes adicionais, o caminho mais seguro é ler a lista mostrada durante o agendamento:

  1. Separar a certidão: levar nascimento ou casamento, conforme o estado civil.
  2. Conferir o CPF: nome, data de nascimento e filiação não podem apresentar diferença.
  3. Reunir documentos opcionais: informações extras só entram com os comprovantes exigidos.
  4. Comparecer ao posto: o atendimento coleta fotografia, assinatura e impressões digitais.
  5. Guardar o protocolo: ele ajuda a acompanhar e retirar a carteira física.

A 1ª via em papel é gratuita. Alguns estados oferecem cartão de policarbonato mediante cobrança, conforme a disponibilidade local.

Quando a identidade digital aparece no celular?

A versão digital fica disponível depois que a carteira física é expedida. O aplicativo Gov.br não cria uma CIN para quem ainda não passou pelo processo estadual.

As dúvidas oficiais sobre a CIN separam as versões e o documento antigo desta forma:

Grátis


Primeira via em papel
A emissão inicial da CIN em papel não pode ter cobrança.

Depois


Versão digital
Ela aparece no aplicativo Gov.br após a expedição do documento físico.

Pode custar


Cartão de policarbonato
A opção depende do estado e pode ter uma taxa própria.

Até 2032


RG no modelo antigo
O documento continua aceito até o fim do prazo nacional de transição.

Leia também: Todos os brasileiros precisam atualizar seus documentos de identidade para o novo formato: como fazer passo a passo

Até quando o RG antigo continua válido?

O RG antigo continua válido até 28 de fevereiro de 2032, desde que esteja em bom estado e ainda permita identificar o titular. Não é preciso trocar imediatamente apenas porque a CIN começou a ser emitida.

O Decreto nº 10.977 de 2022 também define a validade da nova carteira: 5 anos até 11 anos de idade, 10 anos dos 12 aos 59 e prazo indeterminado a partir dos 60 anos.

O Gov.br ajuda no começo e guarda a versão digital, mas a emissão nasce no posto estadual.





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