Balanço geral sobe para mais de 950 mortos com quase 4.500 desaparecidos

Balanço geral sobe para mais de 950 mortos com quase 4.500 desaparecidos



Os meios de comunicação estatais da China relataram 16 mortos e 546 desaparecidos do lado do Tibete, o que eleva o total provisório de vítimas da catástrofe para 955 mortos e 4.471 desaparecidos.


O balanço anterior era de 919 mortos e 4.793 pessoas por localizar.


Entre os desaparecidos no Nepal, há peregrinos e turistas de mais de três dezenas de países, incluindo três portugueses, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Lisboa.


A China tem um português entre os desaparecidos no Tibete, numa lista de 261 pessoas de 23 países.


“As dificuldades são consideráveis”, disse à agência francesa AFP o chefe de uma das equipas de resgate no Nepal, enumerando as estradas e infraestruturas destruídas, a falta de efetivos e de meios, nomeadamente aéreos.


O primeiro-ministro nepalês, Balendra Shah, afirmou que o país dos Himalaias “enfrenta um desastre natural de uma dimensão inimaginável e dolorosa”.


“Mas avançamos com determinação para proteger a vida dos cidadãos”, acrescentou.


Já o Presidente da China, Xi Jinping, que se encontra no Quirguistão, assegurou hoje que as autoridades chinesas estavam a fazer tudo o que é possível para encontrar os desaparecidos na enxurrada.


“A China tem a capacidade e a confiança para superar o desastre e reconstruir as áreas afetadas”, assinalou, citado pela agência espanhola EFE.



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