Achados e perdidos: o que mais se perde no Rock in Rio

Achados e perdidos: o que mais se perde no Rock in Rio


O público do Rock in Rio curtiu tanto o festival, que não foram poucos os que deixaram itens pelo caminho. A coluna GENTE foi até o setor de Achados e Perdidos do evento para conferir os objetos esquecidos ao longo dos sete dias. Os documentos dominam o espaço. Ao todo, mais de 500 registros de identificação, seja carteira de motorista ou de identidade, ficaram na Cidade do Rock, sem seus donos.

Outro item que muitas pessoas esqueceram foi acessório, tipo óculos, bonés e celulares. Todos os itens são colocados no site do Rock in Rio e a pessoa precisa identificá-lo presencialmente, na Central de Serviços, ou responder a um questionário na internet. “A gente pede para desbloquear (o telefone). E a gente sempre tira a foto com a tela de fundo para a pessoa mais ou menos já identificar”, explica Elizabeth Antonio, responsável pelo local.

Entre os itens mais peculiares estão mochilas lotadas com roupas. Até o começo do sétimo dia, tinham 8 expostas no local. Além disso, foi encontrado um medidor de glicose, um lado de fone de ouvido e um microfone sem lapela. “Quando a pessoa vem com o documento, já comprova. Agora, quando não tem documento, ela tem que dizer o que é está dentro da mochila”.

Se a pessoa perdeu algo, mas já está fora do Rio de Janeiro, busca pelos correios, em até 30 dias. “Os documentos são incinerados, as roupas, agasalho e outras coisas do tipo vão para doação”, explica.

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