A série “Furious” vai ser tão boa como parece? — Sugestões – Observador

A série “Furious” vai ser tão boa como parece? — Sugestões – Observador



Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Antes da pausa de agosto, deixamos aqui mais uma dose de sugestões. Vamos a isto. Maria Ramos Silva, vamos começar por ti.

Ok, então começo.

Força.

Dos filmes, cinema, documental, que encontram aqui em diferentes registos. Primeiro: A Noite da Laís. Este é realizado pela Liliane Muti. É sobre a Laís Costa, voz, pianista, compositora da Bossa Nova brasileira. Conquistou a atenção nos anos 60, no Rio de Janeiro, ao lado de nomes como João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes. Mas a verdade é que depois as gravadoras não prestaram provavelmente a atenção devida à Laís. Ela entrou num esquecimento e o mais curioso é que depois, já nos seus 90 anos, ela ainda está viva e tem atuado, tenta conquistar e reconquistar, de alguma forma, o caminho e tração. Eu penso que ainda encontram nos cinemas, é capaz de estar quase a sair, portanto é correr. E depois, o Nova 78, que é um documentário que passou pelo Doc Lisboa ano passado, salvo eu, que chega agora à Filmin e também ainda está em algumas salas, poucas. Isto é dirigido por Aaron Brookner e por Rodrigo Areias. Eles pegaram em filmagens recém descobertas, feitas nos anos 70, claro, pelo Howard Brookner, que é tio deste Aaron Brookner, e é uma espécie de cápsula do tempo absolutamente fascinante. Lá está, um tempo desaparecido, em que tu vês ali uma série de vultos da contracultura, então muito jovens, reunidos num evento de três dias, que eles decidiram organizar, dedicado a William Burroughs, o escritor. É uma espécie de festival de verão em East Village. De maradiça com Patti Smith, Philip Glass, Merce Cunningham. Não é tanto, obviamente, pela qualidade do registo ou por aquilo que é montado, mas por funcionar como uma autêntica cápsula de um tempo em que os profetas de uma geração eram músicos, eram escritores, não eram propriamente Instagramers ou tiktokers.

Estavam todos vivos e juntos, não é?

Era. E eram todos felizes. Se bem que o Keith Richards era pra ter ido e não foi, portanto foi uma das ausências, mas depois eles brincam a páginas tantas com aquilo.

Eles é que perderam.

Eles é que perderam.

Pois é.

Que aliás, é um dos poucos sobreviventes. Muitos deles já não estão cá, Keith Richards continua são e salvo. Depois, para fechar, um livro que se chama “Rosa: a História de uma Cor”, do Michel Pastoureau, que é um senhor que é historiador francês, grande especialista em simbologia das cores. É muito engraçado. Ele já escreveu e investigou sobre uma série de cores. Este é sobre o rosa, que saiu inicialmente em 2024, salvo erro, chega agora cá. É muito curioso, muita gente não sabe que o rosa, apesar de ter hoje uma conotação de gênero absolutamente marcada e associada às meninas, na verdade, já tem um percurso muito interessante, muito tumultuoso também. No século XVIII é essencialmente uma cor associada aos homens, uma cor altamente masculina. Passou por diferentes catalogações, já foi visto como uma coisa romântica, fofinha, depois, ao mesmo tempo, como uma coisa associada ao excesso, à vulgaridade. Tem uma história absolutamente fascinante. E eu recomendo, até porque nós muitas vezes andamos de volta destas coisas, dos clichês e das separações de gênero, e ajuda-nos pôr as coisas em perspectiva. E, de facto, ele é um especialista nesta matéria.

Muito bem, Pedro Boucherie Mendes. Esta semana não faço ideia o que é que tens para sugerir. Estou aqui entusiasmadíssimo.

Em primeiro lugar, recomendar um livro.

Ora bem.

Mais um ensaio do filósofo coreano que se mudou pra Alemanha, se exprime em alemão, esteve agora na primeira edição do Babel. Teve uma certa polêmica, porque não havia tradução, etc. Byung-Chul Han, acho que é assim que se diz. Neste caso, é sobre o respeito. Mais um ensaio. Este filósofo, este autor tem uma estranha característica que eu saúdo, que é: consegue escrever de uma forma francamente inteligível e simples. Eu gosto bastante do que tenho lido. Como dizem as pessoas, nem sempre concordo.

Ora bem.

Que é importante.

Mas ainda assim não deixas de ler.

Ele vai gostar de saber.

Ainda assim não deixas de ler.

“Nem sempre concordo”, mas tens que continuar.

Da Relógio d’Água, tem a vantagem de ser fininho, podem levar pra praia, conseguem ler numa tarde. “Sem Respeito”, de Byung-Chul Han, da Relógio d’Água. Uma série que chegou à Disney+, chamada “Furious”, que é com a Emily Rossum, que era a estrela de “Shameless”. Ela é uma agente do FBI com um passado tortuoso.

É filha do Sean Penn, no “Mystic River”.

Sim. E vai ter que resolver um crime.

Cada um tem as suas referências.

Ora bem, meu amigo.

Também entrou naquela versão do “Fantasma da Ópera”.

Eu gosto imenso da série “Shameless”. Gosto imenso da inglesa, esta é a “Shameless” americana. Ela sai na penúltima temporada ou na última, não me lembro. E eu estava com muita água na boca pra ver esta série, que já tem três episódios libertados na Disney+, ela é uma agente do FBI, não sei o quê, que vai perseguir uma assassina em série mulher. Não há tantas quantas assassinos em séries homens. Mas fiquei um bocado irritado porque parece que estou a ver o “Shameless”. Parece ser o mesmo personagem, as expressões faciais e por aí fora. Mas a história corre bem, é uma daquelas séries à antiga, no sentido que acompanhamos a vilã a fazer coisas de vilã e acompanhamos a heroína a tentar perseguir a vilã e o caminho. Está bem escrita. Falávamos na semana passada, ou eu falava, de como pode ser positivo ver séries do último para o primeiro episódio, e esta “Shame” é um bom exemplo para se tentar. Fica aqui. Também a Netflix lançou, por esta altura, o segundo dos seus Insta Docs. O que é um Insta Doc? Não tem a ver com Instagram, tem a ver com instantâneo. É um documentário mais curto, de cerca de meia hora, pouco mais do que meia hora, neste caso, sobre os mercados de previsão, os prediction markets, neste caso, o Polymarket e o Calci. Podemos apostar, não em Portugal, acho eu, mas podemos apostar quem vai ser o próximo campeão do mundo de futebol. Não deixam de ser apostas, mas há quem diga que a Polymarket ou a Calci estão a influenciar a realidade. Por exemplo, o Polymarket estava a aceitar apostas sobre se o Fed ia aumentar ou não as taxas de juro. Portanto, se eu for do Fed e souber que não vou aumentar, posso me meter a apostar imenso e fazer ali umas alterações.

Inside trading.

Exatamente, o chamado inside trading, essas coisas. Mas é interessante para vermos como faz fortes tangentes à manosfera e esses Techlon Bros e não sei quê, tudo malta amiga do Tiago.

Isso.

Pronto. Prediction Games.

Os camaradas.

Na Netflix sobre a Polymarket e a Calci.

Olha, eu também vi dois episódios dessa “Furious”. Eu não vi “Shameless”, portanto, não consigo ter essa tua comparação do desempenho da atriz.

E ficamos todos a perder com isso.

Pois é, mas até agora estou a apreciar, porque acho que a moça que faz de serial killer mata muito bem.

Sim, mas ela há uma parte que é tipo, ela não toma duchas. Essa parte é bastante ridícula.

Achas?

Acho.

Eles depois fazem a explicação. Explicam porque ela tem esse-

Enfim, depois falamos sobre isso.

É um trauma.

Sim, mas não faz sentido.

Dito isso, comecei a ver uma série que não é nova, tem seis temporadas. Já falaram aqui não sei quantas vezes, mas eu só agora é que comecei a ver e, de facto, aquilo é extraordinário, que é o “Slow Horses”, que eu não tinha visto. Estou a adorar. Acho que o Gary Oldman é extraordinário.

Eu vi uns três ou quatro episódios, também estava a gostar muito. Isto está onde? E depois o que é que aconteceu?

Apple.

Pois, aconteceu isso.

Depois foi ler a “Montanha Mágica” em Fevereiro.

Fui ler a “Montanha Mágica” na praia.

“Slow Horses” é uma boa série, mas é completamente uma série de jornalistas, que não há série mais jornalista, porque todos os episódios são iguais, todas as temporadas são iguais.

Está tudo certo, então.

O Gary Oldman está sempre na mesma cena, faz sempre a mesma cena. Está com a mesma roupa, o mesmo cabelo, fumando os mesmos cigarros, assim malcriado da mesma maneira.

A Kristin Scott Thomas é maravilhosa.

Ela sim, agora ele está num overacting.

Achas que é overacting? Não acho.

Os jornalistas o veneram, até acho que vão fazer uma estátua. Vai para a Associação Internacional de Jornalistas.

Mas em que personagem? A questão é essa.

Qualquer um, escolhe. Vai ter o Gary Oldman lá dentro.

Na Associação Mundial de Jornalistas.

Drácula ou Churchill.

Eu acho que as personagens, atenção, eu estou na segunda temporada, aquelas que passam da primeira para a segunda, o moço, que é tipo o protagonista, se quiseres, não sei. Acho que ele é ótimo também.

Eu gosto bastante da série. Já vi todos os episódios, gosto bastante da série, mas que é uma série de jornalistas, não tenhas dúvida.

Pois é. E aqui ficamos com esta avaliação. Entretanto, só sugerir um livro que descobri há pouco tempo. É um livro americano, chama-se “Ugly: A Letter to My Daughter”, ou como se diz em português, “Feia: Uma Carta à Minha Filha”. É de uma senhora chamada Stephanie Ferrington, que escreveu um livro de memórias que é mais ou menos dedicado à filha dela e que faz um paralismo entre como ela cresceu a achar-se e ter sempre a convicção de que era feia ou mais do que feia.

A filha.

A mãe.

A mãe também era feia.

Não, a mãe é que escreve o livro e recorda como cresceu com essa conceção dela própria.

E depois teve uma filha que era feia.

Não. Ela faz é um paralismo sobre aquilo que a filha vai encontrar hoje em dia enquanto padrões de beleza. E tenta fazer um paralismo. Obviamente que o mais interessante é ela explicar como se achava feia, por que se achava feia, que consequências é que isso teve, como é que isso mudou o comportamento dela em uma série de situações enquanto crescia, em várias fases da vida.

Alguém te obrigou a ler isso?

Não, por acaso, não. São coisas que eu gosto, aprecio. Eu gosto de perceber a natureza humana.

Alguém está a meter contigo.

Vais lá para o jardim ao pé da tua casa.

Vou levar para a praia para ler as primeiras páginas.

Cinco.

E dito isso, Bruno Vieira Amaral.

Olha, tenho aqui um livro que também me obrigaram a ler.

Foi?

É de Cristina Peri Rossi, “A Insubmissa”.

Mas é latino-americana.

Latino-americana, uruguaia. Não paraguaia, uruguaia.

O que tu foste fazer?

Arrajaste aqui um problema.

Eu estive à procura de uma autora paraguaia, não encontrei. Portanto, vai uma uruguaia que rima e é ali pertinho. Bem, “A Insubmissa”. A primeira vez que eu ouvi falar desta autora, foi recomendada quando eu estive o ano passado no México. Falaram de uma autora que estava a ter um grande sucesso já há alguns anos.

“Tienes mismo que leer, não é?”

“Leer, ese es muy bueno”. E agora foi publicada em Portugal pela Antígona. Eu na altura não comprei, por acaso acho que não consegui encontrar.

Tens que fazer escolhas.

Pronto. Acho que procurei, mas não encontrei. E agora resolveram os meus problemas, porque a Antígona publicou com uma tradução do Guilherme Pires Excelente tradução. É um romance autobiográfico. A Cristina Peri Rossi deve ter 85 anos. Ela é poetisa, ensaísta, romancista e publicou este livro em 2020, portanto já perto dos 80 anos. Pode se considerar um romance autobiográfico, mas se classificasse como memórias também não estava muito errado. Os capítulos são relativamente curtos e dedicados a diferentes temas ou pessoas da vida dela, da infância dela. O livro está todo centrado na infância e o início da adolescência, os primeiros amores, o primeiro beijo, a relação dela com a mãe, com o pai, com um tio, com, por exemplo, um pedinte que costumava ir lá estar perto da casa onde eles viviam. É também um livro sobre o processo de formação, não em concreto, dizendo como é que começou a escrever e onde é que publicou, mas sobre o processo de formação do escritor, como é que se formou a escritora no mundo e numa sociedade, num estrato social, que era o dela, neta de imigrantes italianos que foram para o Uruguai no início do século XX, num meio em que ser escritor era uma coisa de ficção científica, ainda por cima para uma mulher. É um livro muito intenso, muito forte, gostei. Tem sido um grande sucesso, pelo menos foi o que me disseram, nos últimos anos, em toda a América Latina, incluindo o Paraguai. Há aqui um pormenor que é, talvez pela publicação deste livro, ela recebeu o Prêmio Cervantes em 2021, que é o mais importante das letras hispânicas.

É como se diz Nobel em espanhol.

Ora aí está meu amigo.

Viste que eu fiz?

Depois disto, chama-se “Insubmissa”, não sei se tinha dito. Acho que sim. Agora, para nos aliviarmos da literatura, vamos ao true crime. Só Netflix e são três sugestões.

Três?

Três. Estas coisas acontecem.

E depois disto não consegues ler “A Montanha Mágica”.

“Toxic Love Story”.

Esta montanha de sugestões.

“Toxic Love Story” é um documentário, uma hora e meia, daquelas coisas, uma vez mais, nós vemos aquilo e: “Isto só na América.” A promoção diz: “Tem tantas reviravoltas como uma telenovela.” É muito melhor do que uma telenovela. É um caso estranhíssimo de um tipo que se separa da mulher com quem vive e que tinham comprado uma casa, depois junta-se com outra tipa que vai viver para essa casa. Não vou adiantar muito. Acho que não morre ninguém.

Só de amor.

Só de amor, traição e dinheiro também. Muitos interesses financeiros.

Uns e-mails marados, não é?

Mas não se pode revelar.

Esse é daqueles que não podes ver o fim para ver o princípio.

Não.

Eu já vi.

Porque há aqui umas reviravoltas.

Aprecias, Pedro?

Aprecias.

É que ele encaminha-te para um lado, sabendo tu, começando logo a calcular: “Isto não pode ser só isto. Há aqui mais qualquer coisa.” Nesse aspecto das reviravoltas, acho que é um extraordinário guilty pleasure, porque tem, de facto, reviravoltas. Tu vias: “Eu sabia” ou “Não sabia”. Uma série também de documentários, são quatro episódios, que é “Os Piores Vizinhos de Sempre” ou “A Pior Vizinhança de Sempre”, também está na Netflix. Estados Unidos, sempre.

São histórias de maus vizinhos.

É, maus vizinhos. Alguns são mesmo muito maus. Do piorio. Também recomendo. E por último, estreou esta semana e eu já vi os três episódios, que é “The Idaho Murders: Pesadelo Universitário”, que é a história de quatro jovens universitários nos Estados Unidos que foram assassinados numa noite. Eles viviam todos na mesma casa e é o mistério de saber quem matou.

Como diria Adolfo “O Choro” Canibal.

Isto é produzido pelo Joe Berlinger, que é um especialista nestas coisas do true crime. Se não têm planos para ler “A Montanha Mágica”, têm aqui três boas sugestões para ocupar o vosso tempo.

É a tua profissão de sonho?

Eu adoraria produzir estas coisas. Eu ontem estava a ver, aqui há uns dias, uma reportagem sobre o Rei Gob na CMTV. Como é que não há um bom documentário true crime sobre esta história? O Rei Gob tem tudo. Há uma coisa que todos estes documentários nos ajudam a perceber. Já falei desta característica dos documentários true crime nos Estados Unidos, que é a quantidade de imagens disponíveis para se fazer um documentário destes. É inacreditável. Desde as câmaras da polícia, câmaras de vigilância. Tu, no fundo, é só quase montares aquilo. E outra coisa que sobretudo este último documentário nos diz, este que eu referi da morte dos universitários, é que isto foi em 2022, não é uma coisa dos anos 80. O que é que acontece? Quando o caso surge e é noticiado, tal como eu, há muitas pessoas maluquinhas do true crime, só que acham que são detetives. E então começam não só a desenvolver investigações paralelas, porque acham que vão chegar ao criminoso antes da polícia, como produzem muitos conteúdos nas redes sociais que são muito perigosos, porque vão identificando ou dizendo quais são as suas suspeitas, suspeitam daquele. Isto é como no Cluedo. As pessoas envolvidas nestes casos, familiares, antigos namorados, são tratadas quase como personagens de ficção. Aquelas pessoas vivem num mundo em que aquilo é uma espécie de ficção.

Malta dos gatos. Tem de ser gato.

E depois há uma pessoa que um dia resolve e então toda a gente acha que resolveu.

Isso faz lembrar aquele site que a Michelle McNamara fez.

Claro, e que resolveu.

E as pessoas iam para lá, os cold cases.

Pronto, mas uma coisa é tu te juntares.

Parece muito Yellowjackets. Elas também têm aqueles grupos, clubes em que cada uma conta a própria.

Tudo bem, mas se tu te juntares a uma quinta-feira a comeres scones, a beber chá e a tentar resolver.

Eu ia pelos scones.

Sobretudo aqueles, os cold cases, os casos que já estão arquivados. Tudo bem, ótimo. Estás a divertir, é um passatempo. Agora, quando tu produzes conteúdos para as redes sociais a dizer: “Este gajo é o culpado. Eu desconfio muito deste gajo.” Isto tem um efeito na vida das pessoas e este documentário também.

Porque a vida não é o Cluedo, Bruno.

Era bom que fosse.

Deixa-me só dizer uma coisa: não há legislação, tanto quanto eu sei, e devia haver para explicitar se algumas das pessoas que falam nestes casos são pagas por isso ou não. Fica esta nota. Por exemplo, esse documentário que tu falaste em primeiro lugar.

Sim.

Aquilo é contado de um determinado ponto de vista.

Há duas pessoas que não falam. Aquilo é um triângulo e duas pessoas não falam.

É só um vértice.

Sai por cima.

É verdade.

Eu não sei se foi pago ou não, eu especulo que sim.

Pois é.

Acontece muito no Brasil. Eu creio que há um filme Netflix que é sobre uma dessas brasileiras ricas que mata os pais, que é mais do que uma. E uma forma de voltarem à vida normal, civil, terem dinheiro para pagar advogados, é aceitarem fazer esses documentários e falar.

Mas nada disso vai demover Bruno Vieira Amaral.

De pagar ao Rei Gob.

Muito bem, sugestões. Até me engasguei, porque já estou com saudades. Se precisarem de dicas para as próximas semanas, estas doses todas de sugestões estão disponíveis em podcast. E não despertem também a nós. Vamos voltar em setembro. Durante o mês de agosto vamos recuperar alguns episódios antigos e está tudo em podcast. E portanto, não se esqueçam de nós e até setembro.





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