1h. Venezuela. Número de portugueses mortos sobe para 114 – Observador

1h. Venezuela. Número de portugueses mortos sobe para 114 – Observador



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As notícias com Miguel Pina Andrade.

Subiu para 114 o número de portugueses e lusodescendentes mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela e continuam ainda desaparecidas 54 pessoas, é o que dá conta a mais recente atualização do Ministério dos Negócios Estrangeiros. De acordo com o último balanço das autoridades venezuelanas, morreram no total 4490 pessoas. Os feridos mantêm-se nos cerca de 16.700. Em Espanha, subiu para três o número de mortos no incêndio florestal em Almeria. O número foi atualizado na sequência da morte de uma mulher britânica de 93 anos que estava internada. O incêndio deflagrou na tarde de 9 de julho no sul de Espanha, perto de Almeria. O Irão acusa os Estados Unidos de violar o cessar-fogo com uma nova vaga de ataques. O Ministério Iraniano dos Negócios Estrangeiros classifica os ataques das últimas 24 horas como uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, num comunicado citado pela Al Jazeera. A diplomacia iraniana acusa os Estados Unidos de interferirem com as negociações entre o Irão e o Omã, negociações que decorreram este fim de semana em Muscat, com o objetivo de discutir o futuro do estreito de Ormuz. Segundo o Ministério Iraniano dos Negócios Estrangeiros, estes ataques causaram insegurança na região e perturbaram o fluxo do comércio internacional que passa pelo estreito. O exército dos Estados Unidos confirmou esta nova ofensiva contra o Irão. Tem o objetivo de continuar a enfraquecer a capacidade de Teerão de atacar marinheiros civis e navios comerciais que transitam livremente pelo estreito de Ormuz. Esta nova série de bombardeamentos na costa iraniana foi ordenada por Donald Trump. A nova liderança do LIVRE pede a António José Seguro que dissolva a Assembleia da República, caso haja uma revisão constitucional apenas à direita. Em entrevista ao Observador, Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto apelam a um acordo entre a esquerda e a direita democráticas para uma revisão minimalista. Caso contrário, exigem a dissolução do Parlamento por temerem a destruição da lei fundamental, a Constituição. Este é um artigo assinado pelo jornalista Miguel Pereira Santos, que pode ler com mais detalhe no site do Observador. No primeiro discurso na liderança do LIVRE, Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto criticam a maneira como o governo tem feito reformas e anunciam que vão apresentar à Assembleia da República um pacote de medidas para melhorar a vida dos portugueses. Declarações feitas depois de anunciados os resultados da eleição pra direção do LIVRE. Lista A, encabeçada por Isabel Mendes Lopes, venceu por larga margem. E Ricardo Lopes, nos discursos de vitória, a nova dupla de porta-vozes do partido deixou recados ao governo e fez promessas para o futuro.

Não houve surpresas nos resultados da eleição para o grupo de contacto, o órgão executivo do LIVRE.

Lista A, 432 votos, 11 eleitos.

Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto partilham agora a liderança do LIVRE, a lista onde estavam os nomes com mais histórico no partido venceu com quase 70% dos votos. A oposição interna criticava a excessiva centralização nas figuras dos porta-vozes, mas Isabel Mendes Lopes garante que o LIVRE é um partido plural.

Um LIVRE aberto, plural, onde as opiniões contam, onde podemos ter momentos de divergência, mas onde a divergência se faz de uma forma saudável, em democracia, e isso é muito importante continuarmos a fazer aqui no LIVRE.

No discurso de vitória, a líder da bancada parlamentar começou por agradecer o reforço da confiança, mas rapidamente passou ao ataque ao governo.

Ter um Estado mais forte, um Estado que não faz reformas que, na prática, são desmantelamentos dos serviços públicos, que desmantela os próprios ministérios e que depois dá o caos que nós assistimos, por exemplo, nos exames nacionais.

Isabel Mendes Lopes considera perigoso que venha a ser feita uma revisão constitucional e pede ao PS que se meta ao barulho.

O Partido Socialista tem os votos para conseguir negociar com o PSD e dizer claramente ao PSD: se vocês avançarem pra uma revisão constitucional feita com o Chega, então não contam conosco para mais nada, inclusive Orçamentos de Estado.

Críticas feitas, a porta-voz terminou a intervenção com uma mensagem para Rui Tavares, que está saída da função.

Foi uma honra e também muito divertido, tenho a dizer, partilhar contigo a responsabilidade de sermos porta-vozes do LIVRE. Eu aprendi imenso, também acho que tu aprendeste muito.

Em sentido inverso, Jorge Pinto, que assume agora o lugar de Rui Tavares, dedicou as primeiras palavras àquela que é incontornavelmente a maior figura do partido.

É um prazer e uma honra ter esta responsabilidade, por um lado, renovada, de me manter no grupo de contacto, por outro lado, alargada ao passar a ser co-porta-voz com a Isabel Mendes Lopes e com a enormíssima responsabilidade de vir a seguir ao Rui Tavares neste mesmo cargo.

E trouxe novidades. O LIVRE vai apresentar na Assembleia da República um grande pacote de medidas para vários setores.

Aquilo que o LIVRE vai ter como prioridade já imediata e para os próximos meses, vamos apresentar no Parlamento um grande pacote de medidas para que consigamos todos ter uma vida plena.

Liderança renovada, ambição reforçada, foi com promessas de, no futuro, chegar ao governo que terminou este 17º congresso do LIVRE, que marca um ponto de viragem no partido.

O jornalista Ricardo Lopes que esteve a acompanhar os dois dias do Congresso do Livre, em Sintra, onde a porta-voz Isabel Mendes Lopes disse ainda que o partido vai propor o alargamento dos prazos de acesso ao ensino superior. A proposta surge devido à polêmica em torno da recorreção dos exames nacionais. Isabel Mendes Lopes vai solicitar uma audição com o ministro da Educação no Parlamento.

Nós vamos chamar o ministro ao Parlamento e vamos também propor que o prazo para candidaturas ao ensino superior seja alargado para permitir que os estudantes não sejam prejudicados por este absoluto caos que o ministro fez nos exames.

As declarações da porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, no encerramento do congresso. Rui Tavares deixou o cargo de porta-voz, mas vai manter-se na direção. Fica com o pelouro da estratégia, comunicação e formação. Falamos ainda dos exames nacionais, porque os professores sem trabalho atribuído foram convocados no final da tarde de sábado para corrigir exames nacionais a poucos dias do prazo para concluir o processo de classificação. A denúncia é da Missão Escola Pública. Segundo a porta-voz do movimento, vários docentes foram informados pelos agrupamentos do júri nacional de exames que iriam receber itens para classificar na plataforma eletrônica. Cristina Motta continua a manifestar preocupações quanto ao cumprimento dos prazos e ao rigor das avaliações, uma vez que muitos dos constrangimentos ainda se mantêm. Ainda sobre os problemas com a correção dos exames nacionais, o secretário-geral do PS diz que o primeiro-ministro falhou e que optou por respostas levianas. São declarações de José Luís Carneiro no encerramento do Congresso da Federação Distrital de Portalegre do PS. O líder socialista lamenta que Luís Montenegro não tenha falado diretamente ao país sobre a situação, em vez do comunicado formal. Já à chegada do Congresso Federativo da Área Urbana de Lisboa este domingo, José Luís Carneiro tinha exigido explicações a Luís Montenegro.

O primeiro-ministro, em detrimento de uma resposta clara, que desse confiança, que mostrasse humildade a reconhecer aquilo que falhou, falou com algum desdém numa festividade, no festival de música. E aquilo que eu digo ao primeiro-ministro é que ele tem de meter a mão na consciência e tem que ter consciência de que é primeiro-ministro do país. E há duas palavras fundamentais. Por um lado, o que falhou e o que está a ser feito para restabelecer a confiança no processo de classificação daqueles que agora concorrem ao ensino superior.

As questões do secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, na chegada ao Congresso Federativo da Área Urbana de Lisboa este domingo. O ministro da Administração Interna garante que não cometeu nenhuma ilegalidade na contratação do empreiteiro para as obras de um imóvel que tem em Odemira. Em causa está a contratação de um empreiteiro que realizou várias obras ao serviço da Polícia Judiciária, quando Luís Neves era ainda diretor da PJ. Em entrevista ao “Now”, o ministro da Administração Interna garante que só conheceu pessoalmente o empreiteiro em 2023, depois de grande parte das obras na Polícia Judiciária estarem feitas. Em relação ao imóvel de Odemira, garante que está tudo limpo e tranquilo, mas admite que se fosse hoje, agiria de forma diferente.

Hoje faria, reconheço isso, humilde e modesto, de maneira diferente. Agora, ninguém constrangeu ninguém. O grosso das obras foram feitas em período que eu não conhecia. Tudo foi transparente, os contratos foram visados no Tribunal de Contas. Portanto, é tudo muito limpinho e absolutamente tranquilo.

O ministro da Administração Interna, Luís Neves, em entrevista ao canal “Now” este domingo. É ante o encerramento desta edição da “Uma da Manhã”. Estou de volta para atualizar toda a informação à 13h30. Até já.





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