Cucurella: «Mourinho lembrava-se de lances de quando joguei contra o Benfica»

Cucurella: «Mourinho lembrava-se de lances de quando joguei contra o Benfica»


Marc Cucurella, defesa espanhol, abordou a decisão de ir para o Real Madrid. O ex-Chelsea, que está ao serviço de Espanha no Mundial 2026, falou também de José Mourinho em conferência de imprensa.

O lateral de 27 anos partilhou como recebeu a notícia do interesse dos merenguesconfessando que não teve qualquer dúvida.

«Ligaram-me de manhã e perguntaram-me se queria ir para lá. Não tive nenhuma dúvida, pois era um grande passo na minha carreira. Num dia e meio, tínhamos tudo tratado», começou por referir.

Cucurella partilhou, ainda, que ter «despachado» este dossiê antes do Mundial foi importante. Formado no Barcelona, o lateral comentou também a insatisfação de alguns adeptos catalães.

«Respeito as opiniões, estou muito agradecido à formação do Barcelona, mas tudo na vida são etapas e acreditei que este era o passo que tinha de dar. Estou muito feliz com a decisão», atirou.

O internacional espanhol admitiu, ainda, que há uns meses não esperaria sair do Chelsea. Prepara-se, agora, para lutar por títulos nos merengues – com a mira apontada para um específico.  

«É um passo muito importante. O Real Madrid é um dos melhores clubes do mundo, a pressão será máxima. Quando vais para um clube como este, o que mais queres é lutar por títulos. É o clube com mais Champions e oxalá possa ganhar uma», referiu.

O jogador que também passou por Eibar, Getafe e Brighton partilhou que José Mourinho, novo treinador do Real Madrid, lhe ligou. «Disse-me que tinha vontade de trabalhar comigo. Estou com vontade de estar com ele e de trabalharmos juntos.»

«A nossa conversa foi muito rápida, o que gostei foi que ele se lembrava de lances que tive quando joguei contra o Benfica. Deu-me confiança para saber que era o passo que tinha de tomar», acrescentou.

Quanto à antevisão ao jogo com a Arábia Saudita, Cucurella assumiu que o jogo com Cabo Verde serviu de aviso para a seleção espanhola.

«Esperamos um jogo como o de Cabo Verde. Talvez este susto nos tenha colocado em alerta, qualquer seleção te pode vencer. Neste caso, este regresso à realidade foi bom para nós. O que fizemos no Euro, de ganhar todos os jogos, não é a realidade», concluiu.



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