Brasil com IDH “muito alto”: Veja quais países nos fazem companhia agora no índice
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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) consolidou, nesta terça-feira (26), uma mudança histórica para o Brasil em seus relatórios globais de desenvolvimento humano. Ao ultrapassar a barreira de 0,800 pontos, o país deixou, oficialmente, o grupo de nações de desenvolvimento humano “alto” para integrar o seleto “time” que atingiu o topo da pirâmide global: o nível de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito alto.
O ingresso do Brasil, pela primeira vez na história, na faixa de “muito alto Índice de Desenvolvimento Humano” marca posição firme dos governos do presidente Lula (PT), que sempre se caracterizaram por adotar políticas efetivas de bem-estar social.
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O IDH é a métrica-padrão da Organização das Nações Unidas (ONU) para medir o bem-estar populacional além do Produto Interno Bruto (PIB). O cálculo combina indicadores de três dimensões essenciais: saúde (expectativa de vida ao nascer), educação (média de anos de estudo de adultos e expectativa de anos de escolaridade para crianças) e padrão de vida (Renda Nacional Bruta per capita). A escala varia de 0 a 1. Os países que superam a marca de 0,800 entram na categoria máxima.
Os novos vizinhos de bloco do Brasil
Com a chegada a esse patamar, o Brasil passa a figurar ao lado de potências consolidadas e nações que servem de referência em políticas sociais. O ranking global continua sendo liderado por países que operam na faixa acima de 0,950 pontos. São os casos de Suíça, Noruega, Islândia, Dinamarca, Alemanha e Suécia, entre outros.
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Logo em seguida, no pelotão de elite econômica e social, acima de 0,900 pontos, aparecem nações como Irlanda, Suécia, França, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Espanha, Polônia.
A mudança coloca o Brasil em companhia de países que cruzaram a fronteira do 0,800.
Alguns países com IDH muito alto
Brasil, Portugal, Croácia, Letônia, Catar, Romênia, Eslováquia, Chile, Hungria, Panamá, Uruguai, Turquia, Costa Rica, Rússia, Malásia, Albânia, Omã, Kuwait, Bulgária, Georgia, Sérvia, entre outros, de acordo com dados do relatório desenvolvido e publicado globalmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão oficial da ONU.
