2h. Irão avança 142 feridos nos últimos ataques dos EUA – Observador

2h. Irão avança 142 feridos nos últimos ataques dos EUA – Observador



Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Duas horas. Boa noite, eu sou a Rita Lourenço, vamos às notícias. O líder do grupo parlamentar do PSD considera a moção de censura apresentada pelo Chega ridícula e diz também não acreditar que o Presidente da República envie recados através de amigos. Hugo Soares desconfia das intenções do partido de André Ventura, considera que esta moção de censura é mais um episódio da chamada silly season política.

Qual é o objetivo de uma moção de censura? O objetivo de uma moção de censura é derrubar o governo e provocar eleições. Esta não é uma moção de censura contra Luís Neves, não é uma moção de censura contra este ou aquele aspecto, ou contra aquela circunstância. É uma moção de censura contra um governo e por isso é que ela é ridícula. Por isso é que ela é mais um epílogo, um terminar da silly season, em que todos, ou quase todos, vamos alimentando, especulando e comentando aquilo que o deputado André Ventura quer, e vamos todos no engodo.

Hugo Soares, que perante os alertas do conselheiro do Presidente da República, Adalberto Campos Fernandes, que fala em sinais muito preocupantes e num possível funcionamento irregular das instituições, avisos estes que o líder parlamentar do PSD desvaloriza. Hugo Soares garante ainda que António José Seguro não manda recados através de terceiros.

Adalberto Campos Fernandes é visto como uma personagem próxima do Presidente da República e podia ser algum recado. Que país é este? Quem somos nós e quem é, já agora, o mais alto magistrado da nação, quando manda recados ao governo por um amigo, numa televisão? Eu garanto aqui, convictamente, que tenho a certeza que não. O que conheço da persona política, cívica e estadista do doutor António José Seguro, eu não acredito nisso.

O líder parlamentar do Partido Social-Democrata admite, ainda assim, não saber se o Presidente da República deu, de facto, um prazo ao Primeiro-Ministro para resolver a situação do ministro da Administração Interna. Estas declarações surgem após o anúncio de André Ventura de que o Chega vai mesmo avançar com a moção de censura ao governo. A confirmação foi dada esta tarde, em conferência de imprensa, na sede nacional do partido. André Ventura critica a falta de esclarecimentos dados pelo ministro da Administração Interna e depois de dias de reflexão, a confirmação da censura ao governo chegou esta quarta-feira, como explica Martim Madeira.

O Chega deu entrada hoje no Parlamento de uma moção de censura com o objetivo claro: censurar o Primeiro-Ministro e o governo.

Foi a razão principal desta conferência de imprensa convocada por André Ventura, apresentar uma moção de censura ao governo, uma moção por parte do Chega, que apenas tem um culpado.

Deixámos de ter um governo liderado por Luís Montenegro e temos um governo liderado por Luís Neves. Se continuarmos a ter Luís Neves como ministro, sabemos que a autoridade do Primeiro-Ministro, não para prejuízo do PSD, mas para prejuízo de todos, está irremediavelmente colocada em causa.

O líder do Chega justifica a razão desta moção. Deixa o aviso de que a retórica de Luís Neves é um perigo para a democracia, principalmente a atitude que Ventura diz ser de rockstar.

O senhor ministro entendeu que não devia responder a nada e que não tinha que responder a nada, porque, lá está, vinha com a estrela de rockstar de ministro do governo. A lógica e linguagem, ninguém me afasta deste cargo, quer queiram, quer não, é um perigo para a nossa democracia.

E na sede do Chega, a mensagem de Ventura é clara. Apresenta esta moção para mostrar que ninguém o intimida.

Quando há suspeitas de falta de integridade, onde há suspeitas de uso indevido de poder público ou de corrupção, a nós ninguém nos intimida. A mim, ninguém me intimida.

Por fim, depois de vincar que a moção é para avançar e após ser questionado várias vezes, Ventura finalmente diz o que é preciso por parte do Primeiro-Ministro, para o Chega recuar na decisão.

Não pactuamos com autoritarismo, nós não pactuamos com a falta de integridade.

Certo, mas o que é que Luís Montenegro pode fazer?

E, portanto, o que pode fazer é substituir o seu ministro da Administração Interna.

É a única alternativa possível?

É a alternativa que, neste momento, a democracia e a integridade exigem.

O líder do Chega deixa ainda claro que se o PS votar contra esta moção, está do lado da continuidade.

O jornalista Martim Madeira, com os destaques da intervenção de André Ventura na apresentação desta moção de censura ao executivo. O porta-voz do PSD considera que esta moção apresentada por André Ventura vai ser uma derrota parlamentar do Chega. Sebastião Bugalho acredita que a moção de censura vai ser chumbada e por isso representa apenas mais uma derrota para o partido de André Ventura.

É uma moção de censura, ainda assim, não é? Que será chumbada. Nunca se sabe, só no dia em que ela for votada é que se saberá. Era preciso o Partido Socialista votar a favor dela. O secretário-geral do PS ainda hoje afirmou que não haveria crise política, nem eleições por causa do PS. Eu não o tomo como mentiroso. Portanto, nesse sentido, a ideia de que uma derrota parlamentar do Chega, que é aquilo que a moção de censura vai ser, fragilizará o governo, parece-me algo criativo, com todo o respeito.

Declarações do porta-voz e vice-presidente do PSD à Rádio Observador. Quanto à escolha do Primeiro-Ministro de manter Luís Neves no cargo, Sebastião Bugalho garante que não existe oposição interna dentro do partido.

Posso garantir que o PSD está firmemente ao lado do chefe deste governo e de todas as suas escolhas e decisões. A Aliança Democrática também? A coligação? Sim. Conhecendo bem o partido, não me parece que o CDS seja conhecido por ser um partido com falta de sinceridade. Portanto, se tivesse alguma coisa para dizer, certamente já teria dito.

Sebastião Bugalho, que reitera que Luís Neves não é um problema para o executivo liderado por Luís Montenegro. O PS já se afastou desta moção de censura com José Luís Carneiro a criticar o espetáculo pirotécnico do Chega e a garantir que não vai ser pelo Partido Socialista que Portugal vai voltar a ter uma crise política. O PCP defende que o executivo liderado por Luís Montenegro merece esta censura, mas não se compromete com o sentido de voto. O dirigente dos comunistas, Vladmir Vaz, explica que os casos que envolvem o ministro da Administração Interna exigem definitivamente esclarecimentos que até o momento não foram prestados pelo governo. Ainda assim, acusa o Chega de fazer malabarismos políticos e de não querer os esclarecimentos que pediu. Também à esquerda, o Bloco de Esquerda considera que a moção apresentada pelo Chega é motivada pelas razões erradas. O líder do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, admite que Luís Neves se tornou um agente de confusão, mas reitera que há motivos maiores para censurar este executivo de Luís Montenegro.

O governo merece censura por ter deixado aumentar o preço das rendas e das prestações ao banco. O governo merece censura porque a conta do supermercado é cada vez menos sustentável. O governo merece censura pelo caos criado nos exames nacionais. O governo merece censura porque não há professores. Sim, merece censura, mas André Ventura não censura o governo por isso, Luís Montenegro agradece e as pessoas continuam com as contas por pagar. Isso é que é o drama deste momento em Portugal.

José Manuel Pureza, o coordenador do Bloco de Esquerda, em declarações recolhidas na tarde desta quarta-feira em Coimbra. E esta quinta-feira, à conferência de líderes, o presidente da Assembleia da República propôs votar a moção de censura apresentada pelo Chega no dia 10 ou 17 de setembro. Os líderes parlamentares decidem esta quinta-feira a data pra discutir e votar esta moção de censura ao governo. O despacho de Aguiar Branco foi enviado a todos os partidos com assento parlamentar e confirma a convocação de uma conferência de líderes extraordinária para às 15h30 desta quinta-feira. Antes disso, o presidente da Assembleia da República tinha já anunciado de viva-voz esta reunião.

Aquilo que terá que ser agora decidido é em relação à data em que ocorrerá a discussão, a partir do momento em que se conta essa data para a discussão, porque estamos num período de interrupção dos trabalhos parlamentares. Eu vou convocar uma conferência de líderes pra amanhã, em que participarei de forma remota, para precisamente em conferência de líderes, nós podermos definir a data a partir da qual o prazo se conta para a discussão da moção que foi apresentada.

Vamos agora à atualidade internacional. Decorreu um tiroteio no centro da cidade norte-americana de Minneapolis. A notícia foi avançada pela conta oficial da cidade na rede social X. O tiroteio causou pelo menos cinco feridos e uma outra pessoa que acabou por morrer devido aos ferimentos. A CBS News avança que o suspeito foi atingido e terá também morrido. O mesmo canal revela ainda que há três polícias entre os feridos e um deles está neste momento a ser operado. Dos outros agentes, um deles foi atingido na perna e o outro está a ser examinado devido a um ferimento ligeiro. Outras quatro pessoas foram levadas para um hospital nas proximidades, onde uma delas faleceu, segundo reporta o canal de notícias da CBS, que avança também que o atirador morreu devido a um ferimento de bala autoinfligido. Embora as autoridades não conheçam o motivo do tiroteio, fontes revelam ao canal que o suspeito tinha sido despejado do apartamento onde vivia na manhã desta quarta-feira. Agora, em relação ao conflito no Médio Oriente, o Irão afirma que mais de 140 pessoas ficaram feridas nos últimos ataques dos Estados Unidos da América. O porta-voz do Ministério de Saúde do Irão apresentou dados atualizados sobre o número de feridos dos últimos ataques dos Estados Unidos contra o país. Os dados revelam 142 pessoas feridas no ataque, incluindo 61 mulheres e 44 menores de 18 anos. No total, outras 18 pessoas morreram nos ataques, incluindo duas mulheres e uma criança, segundo acrescentou o porta-voz. Já no desporto, o Futebol Clube do Porto e o Benfica anunciam novos reforços. Os Dragões oficializaram esta quarta-feira o brasileiro Gabriel Meg, de 18 anos, proveniente do Grêmio, numa operação que custou 11 milhões de euros aos cofres azuis e brancos. Gabriel Meg fez a sua formação no Grêmio com participação nas seleções jovens brasileiras, incluindo o Campeonato do Mundo sub-17 em 2025, conquistado pela seleção portuguesa, com quem se cruzou nas meias-finais. No dia limite da submissão à UEFA da lista A de futebolistas para participar na Liga dos Campeões, o clube portista dá conta de mais uma contratação, depois de já ter garantido as entradas do avançado mexicano Santiago Giménez e do lateral brasileiro João Sousa na passada segunda-feira. Já do lado do Benfica, o médio ofensivo Claudio Echeverri é o mais recente reforço das Águias a ser anunciado. O médio ofensivo argentino de 20 anos chega por empréstimo dos ingleses do Manchester City até ao final da época 2026/27, com o acordo a prever uma opção de compra, segundo anunciou hoje o clube das Águias. O argentino é o oitavo reforço da formação do Benfica, orientada por Marco Silva. Esta foi a notícia de fecho neste jornal das duas da manhã. O essencial da informação será atualizado às 14h30.





Source link

Postagens Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *