1h. Mais de mil pessoas em protesto em Almada – Observador

1h. Mais de mil pessoas em protesto em Almada – Observador



Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

É uma hora. As notícias com Marta Caramelo Nobre.

O ministro da Educação afasta preocupações com a correção dos exames nacionais, diz que 65% das provas já estão corrigidas. Numa entrevista à SIC Notícias, Fernando Alexandre assegura que, apesar dos problemas iniciais com a entrega dos exames e com o software, o processo de correção decorre agora de forma tranquila.

Nós estamos a meio de um processo e fala-se de caos desde que começou o processo. Ou ainda não tinha começado, já havia quem adivinhasse o caos. De facto, não começou bem. Tivemos algumas perturbações que foram fundamentalmente de software, que têm vindo a ser resolvidas na quase totalidade. À medida que vamos evoluindo, o processo está estabilizado. Neste momento, há uma tranquilidade na correção dos exames. Nós temos 65% das provas distribuídas corrigidas neste momento. Eu posso vos dar aqui números em primeira mão. Ou seja, nós temos 93% das provas distribuídas pelos professores, 65% estão corrigidas.

O ministro da Educação explica ainda que os constrangimentos registados no arranque do processo reduziram o tempo disponível para a correção das provas, o que levou o governo a prolongar os prazos para evitar uma pressão adicional sobre os docentes. Os professores têm agora até 14 de julho para classificar as provas e os resultados são posteriormente afixados a 17 de julho. Cerca de 1500 pessoas protestaram esta quarta-feira na Costa da Caparica e exigem a demissão da presidente da Câmara. Os manifestantes pedem soluções imediatas e exigem a saída de Inês de Medeiros. A população tinha inicialmente convocado um cordão humano, mas o protesto acabou por assumir a forma de um desfile por várias ruas da cidade, sob vigilância da GNR. Os moradores criticam a degradação da rede de abastecimento e acusam o município de falta de investimento e planeamento. No protesto, marcaram presença os deputados Paulo Muacho, do LIVRE, e Fabian Figueiredo, do Bloco de Esquerda. A esta hora está já em vigor o corte de água em 15 localidades, um corte que tinha início previsto para às 22h e que vai durar até às 06h. Abrange várias localidades, entre elas a Charneca da Caparica, Aroeira, Fonte da Telha ou Palhais, Hugo Fortunato de Oliveira.

A partir das 22h e até às 06h, a água não corre em Almada. Ao todo, são 15 as localidades abrangidas pelo corte total programado. São elas a Charneca da Caparica, Aroeira, Marisol, Fonte da Telha, Palhais, Lazarim, Butequim, Vila Nova de Caparica, Capuchos, Pilotos, Funchalinho e ainda o Vale Rosal, Vale Cavala, Quintinhas e a Quinta de Santa Teresa. A água não vai chegar ao mesmo tempo a todas as torneiras do Conselho. A reposição do abastecimento vai ser feita de forma gradual. Além dos cortes, enquanto figurar a situação de alerta em Almada, vão ser também proibidas todas as utilizações de água da rede pública que não correspondam a usos domésticos ou essenciais. Desde logo, vão estar desligadas as fontes do Conselho e os chuveiros e lava-pés nas praias. Estão também proibidos a rega de jardins públicos ou privados e de campos de golfe, bem como a lavagem de viaturas, o enchimento de piscinas ou qualquer uso recreativo ou não indispensável de água. A autarquia vai também reforçar a monitorização da rede de abastecimento e as equipas de detecção de fugas e de fiscalização para combater consumos abusivos e desperdícios de água.

Jornalista Hugo Fortunato de Oliveira a resumir o comunicado conjunto da autarquia de Almada com os serviços municipalizados de água e saneamento. A situação já se arrasta há vários dias e tem trazido problemas, especialmente no setor da restauração, Miguel Pina Andrade.

O cenário tem sido o mesmo para muitas pessoas no Conselho de Almada. Os cortes, sem aviso do abastecimento de água, têm afetado os restaurantes do paredão da Costa de Caparica, como é o caso do Café do Mar. Para o proprietário, Miguel Paulino, esta tem sido a realidade na última semana e quando há água, é motivo de surpresa.

Na realidade, foi completamente sem aviso. Quinta, sexta, sábado, domingo, segunda, terça, ontem foi igual. Hoje é um dia que temos água normalmente ou anormalmente.

Falta de água nas torneiras, mas há um problema ainda maior: as casas de banho.

É muito complicado. Temos que fechar, normalmente, ao fim de meia hora, uma hora, os serviços sanitários e, na realidade, isso também tem afastado as pessoas daqui, afastou as pessoas da praia, como se pode ver hoje. Temos uma praia, um dia de sol muito bom, um dia de praia espetacular, e estamos com cerca de 20% de ocupação.

Menos pessoas na praia, menos clientes no estabelecimento de Miguel Paulino, que não tem resposta das autoridades competentes.

Tentativa já foi feita, mas ainda não temos qualquer resposta.

Os proprietários dos restaurantes vivem num cenário de incerteza. Não sabem quando é que os cortes vão acontecer, nem por quanto tempo, mas a falta de água não afeta apenas a restauração. No Monte de Caparica, a água vem e volta e quando volta, é a conta-gotas. Rosa Costa, proprietária de um cabeleireiro, tem de mudar rotinas para fazer face a estes cortes.

Combino com as minhas clientes para estarem cá logo às 15h e 16h, ao mesmo tempo. Lavo as primeiras cabeças todas ao mesmo tempo e até mesmo as minhas clientes enchem os baldes que ficaram vazios do dia anterior.

Quanto a esclarecimentos da Câmara ou dos serviços municipalizados, Rosa Costa continua na mesma.

Pois, esse assunto ainda não ouvi falar. Espero bem que eles tenham alguma atenção.

Rosa Costa, proprietária de um cabeleireiro no Monte de Caparica, uma das muitas zonas do Conselho de Almada que, durante a última semana, tem sofrido cortes sucessivos no abastecimento de água.

A reportagem do jornalista Miguel Pina Andrade em Almada, onde o setor da restauração está a ser bastante afetado pelas falhas no abastecimento de água. Na atualidade internacional, os Estados Unidos estão a atacar o Irão pela segunda noite consecutiva Teerão avisa que a resposta será de grande escala. Esta quarta-feira, Donald Trump anunciou que o cessar-fogo em vigor com o Irão chegou ao fim. Momentos depois, Washington deu início a uma nova vaga de ataques a alvos militares iranianos no estreito de Ormuz. O Comando Central dos Estados Unidos adiantou, em comunicado, que a ofensiva pretende degradar ainda mais a capacidade do Irão de ameaçar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz. Na mesma mensagem, afirmam estar a responsabilizar o inimigo pela recente agressão injustificada contra navios comerciais e tripulações civis que navegavam livremente numa via marítima internacional vital. Numa publicação na rede social Truth Social, Donald Trump confirma que os ataques norte-americanos desta noite são uma retaliação pelo bombardeamento de navios realizado ontem pelo Irão e avisa que se voltar a acontecer, a situação ficará muito pior. Na análise, o antigo professor da Academia Militar, António José Telo, acredita que o anúncio de Donald Trump relativo ao fim do cessar-fogo não põe fim às negociações e defende que é do interesse de ambas as partes continuar as conversações.

O cessar-fogo já determinou várias vezes. Já houve vários ataques a navios, aos quais os Estados Unidos responderam com ataques seus às defesas no estreito de Ormuz e nas defesas no litoral do Irão. Esta afirmação de que o estado de cessar-fogo acabou, entendida essa luz, é verdade. Outra questão é o cessar-fogo terminou em termos de terminou para sempre, acabou o protocolo de entendimento e acabaram as negociações. Sobre essa parte, tenho dúvidas, mas de, no entanto, tentar, no essencial, manter a ideia de negociações que se prolonguem durante alguns meses. Isto interessa aos Estados Unidos e interessa talvez ainda mais ao Irão.

A análise de António José Telo, antigo professor da Academia Militar no gabinete de guerra, sobre o anúncio do fim do cessar-fogo entre Washington e Teerão, anunciado esta quarta-feira pelo presidente dos Estados Unidos. O presidente norte-americano adianta que foram feitos progressos com os líderes dos países da NATO sobre a despesa em defesa. No ano passado, o líder norte-americano fez um apelo à NATO para que os países membros aumentassem a despesa de 2% para 5%. Esta quarta-feira, no último dia da cimeira da NATO em Ancara, na Turquia, Donald Trump garante que alguns dos países já aceitaram e que os restantes vão acabar por aceitar.

Muitos destes países são ricos, já agora, não temos de ter pena deles, mas isso não significa que estejam devidamente protegidos. Alguns já responderam ao nosso apelo e outros estão a fazer grandes mudanças e vão acabar por aceitar. Estamos a discutir o progresso que cada membro está a fazer em direção aos 100%. E vejo que estamos a fazer grandes progressos.

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que diz que os líderes da NATO adoram o trabalho que está a fazer. Atualidade internacional a fechar este jornal da Uma. A informação está de regresso à 13h30.





Source link

Postagens Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *