1h. Irão. EUA ameaça sanções a serviços de companhias aéreas – Observador

1h. Irão. EUA ameaça sanções a serviços de companhias aéreas – Observador



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É uma hora.

Muito boa noite, eu sou o Ricardo Lopes, está com a Rádio Observador. Hora de atualizar toda a informação. Donald Trump diz estar cético em relação à proposta do Irão para um acordo de paz que permita a reabertura do estreito de Ormuz. É o que avançam fontes citadas pelo Wall Street Journal. Trump terá conversado com alguns assessores sobre a proposta. É uma informação confirmada pela porta-voz da Casa Branca durante uma conferência de imprensa esta segunda-feira. Para já, Trump não rejeita o documento por completo. No entanto, terá deixado claro que, na sua opinião, o Irão não está a agir de boa-fé. Donald Trump recusa-se a dar o braço a torcer pela principal exigência dos Estados Unidos: pôr fim ao enriquecimento de urânio, assegurando assim que o Irão não vai produzir uma arma nuclear. Entretanto, os Estados Unidos ameaçam aplicar sanções a quem prestar serviços a companhias aéreas iranianas. É um aviso à comunidade internacional deixada pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos. Qualquer entidade ou pessoa que colabore com companhias aéreas do Irão vai enfrentar sanções norte-americanas. Isto no momento em que os voos comerciais em Teerão estão a ser retomados. Os Estados Unidos são claros: qualquer serviço prestado, seja fornecimento de combustível de aviação, catering, taxas de aterragem ou serviços de manutenção. O rei Carlos III já está na Casa Branca, reunido com Donald Trump. A visita assinala os 250 anos da independência norte-americana do domínio britânico. Acontece numa altura de alguma tensão diplomática entre Washington e Londres. A visita começou com um chá, segue-se uma festa no jardim da residência do embaixador britânico. Carlos III foi aos Estados Unidos acompanhado pela mulher, Camilla Parker Bowles. Grande parte dos momentos que constam na agenda vão acontecer longe das câmaras e também do olhar dos jornalistas. O rei deve discursar hoje no Congresso, no mesmo dia em que está marcado um jantar de Estado. Depois, na quarta-feira, o rei Carlos III estará na cidade de Nova York, quando vai homenagear as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001. No gabinete de guerra, ouvimos o especialista em relações internacionais, Orlando Samões, acredita que esta pode ser uma boa oportunidade para que os laços entre os Estados Unidos e a Inglaterra sejam restabelecidos, depois de Trump ter designado o Reino Unido como um mau aliado.

Creio que a última visita de Estado do monarca do Reino Unido foi em 2007 e, portanto, Trump naturalmente que está aqui a viver história a partir de hoje. Esperemos que não tenha aquelas situações um pouco indecorosas que aconteceram com o presidente ucraniano, com o primeiro-ministro do Japão, com o presidente da África do Sul e com tantos outros chefes de Estado. Aqui, de facto, é alguém que não tendo poderes executivos, e sabemos que Trump gosta muito de poder, é bom que, apesar disso, Trump reconheça nele a pessoa que pode trazer um melhor ambiente às conversações com o Reino Unido.

Orlando Samões, que esteve no gabinete de guerra desta segunda-feira, disse também que espera que não haja nenhum momento constrangedor causado pelo presidente norte-americano, como já aconteceu com outros chefes de Estado. Por cá, o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal considera que a UGT não reúne condições internas para aprovar um pacote laboral. Álvaro Mendonça foi o entrevistado do programa Sob Escuta, da Rádio Observador, diz-se surpreendido pelo chumbo unânime da UGT ao pacote laboral e manifesta-se disponível para discutir propostas novas. No entanto, duvida que a central sindical as apresente.

A avaliação que eu faço neste momento é de que não vai haver propostas novas da UGT. Vamos aguardar até o dia 7, mas com toda a franqueza, o que me parece é que a UGT não tem condições internas para aprovar um pacote laboral. Esta é a avaliação que eu faço.

E acha que não tem interesse em aprová-lo?

Acho que neste momento a UGT não tem condições internas para o aprovar.

Sobre outro tema, as consequências das tempestades em Portugal





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