Sem vice, PL de Bolsonaro terá que se contentar com “prêmio de consolação” de Tarcísio
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- PL de Bolsonaro não ficará com vice de Tarcísio e recibirá vaga de candidato ao Senado como “prêmio de consolação”.
- Tarcísio de Freitas (Republicanos) deve manter Felício Ramuth (PSD) como vice na campanha à reeleição em SP.
- Vaga do Senado já está assegurada ao deputados Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança.
- Valdemar Costa Neto (PL) pressionava pela vice, mas Tarcísio rejeitou, afirmando que “não existe esse negócio de direito do partido”.
Apesar da pressão do PL, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve manter o seu vice, Felício Ramuth (PSD), na sua campanha para a reeleição.
Porém, o quadro ainda pode mudar, já que o próprio Ramuth poderia ir para o MDB, sigla de outro importante aliado do governador, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes. Isso porque, embora o atual vice seja o nome preferido por Tarcísio, o secretário do governador e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, também estaria de olho no cargo.
De qualquer forma, ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro caberia uma das duas vagas de candidaturas ao Senado. Uma delas já está assegurada para o deputado federal Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança do governo paulista.
Pressão do PL
Segundo o jornal Valor Econômico, Tarcísio já teria mandado o recado de que o PL não ficaria com o cargo de vice ao presidente nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, que em mais de uma ocasião manifestou tal desejo.
O dirigente partidário defendia que o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL), formasse a chapa com o governador, alegando que a legenda tem a maior bancada na Casa. Em uma entrevista, o governador paulista rebateu. “Não, não tem isso. Não existe isso. Não existe esse negócio de direito do partido”, afirmou.
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