Novo líder supremo “são e salvo”. Irão lança nova vaga de ataques e Israel bombardeia Líbano
De acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, às 7h00 de hoje (6h00 hora de Lisboa), o Brent, a referência europeia para o crude, subia 0,33% para 88,07 dólares.
Na terça-feira, a cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou no mercado de futuros de Londres em forte queda de 11,28%, para os 87,80 dólares.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 11,16 dólares abaixo dos 98,96 com que encerou as transações na segunda-feira.
O acentuado recuo do Brent foi atribuído às declarações de Donald Trump, de que os ataques israelo-norte-americanos ao Irão estariam praticamente terminados e de ter dito que está disposto a falar com os dirigentes iranianos.
Na terça-feira, o Wall Street Journal noticiou que a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) propôs a maior libertação de reservas de petróleo da sua história para reduzir os preços do crude.
Os países do G7 afirmaram na terça-feira estar prontos para agir “com urgência, quando necessário, e com todas as ferramentas disponíveis” para estabilizar os preços do petróleo.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”.
Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.
