Milícia, rachadinha e Comando Vermelho: a artilharia pesada de aliados de Lula contra Flávio Bolsonaro

Milícia, rachadinha e Comando Vermelho: a artilharia pesada de aliados de Lula contra Flávio Bolsonaro



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Ministros do governo Lula deram início ao uso da artilharia pesada de campanha desde a noite de quinta-feira, 12, contra o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após assistirem o opositor e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro consolidar de vez sua candidatura e chegar a empatar com Lula nas pesquisas de intenção de votos mais recentes, divulgadas nesta semana.

No mesmo momento, a ministra-chefe das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, publicaram um vídeo de trinta segundos nos perfis deles do Instagram no qual acusam o senador de estar intimamente relacionado ao mundo do crime do Rio de Janeiro, seu reduto eleitoral.

“Você vai ver as conexões de Flávio Bolsonaro com o submundo do crime do Rio de Janeiro (…). O filho Zero Um de Bolsonaro vive cercado de escândalos e maracutaia: homenageou o miliciano Adriano da Nóbrega e empregou a família dele no gabinete; é suspeito de esquema de rachadinha dos salários dos funcionários; e já apareceu em diversas reportagens, ligando seu nome à milícia do Rio. Rachadinha, lavagem de dinheiro, crime organizado, milícias. Quando juntamos todas essas peças, aparece uma teia de relações que não pode ser ignorada”, diz a narração do vídeo.

O material — que também foi compartilhado por outros aliados de Lula, como o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-líder do partido na Câmara, e pela página oficial dos petistas na casa baixa legislativa — ainda faz referências diretas à Operação Unha e Carne da Polícia Federal e diz que amigos de Flávio são investigados nessa ação.

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Em reportagem desta semana de VEJA, mostramos os ataques da famosa “máquina do PT de moer candidatos” deve entrar em ação, e a todo vapor, em breve, como forma de tentar reverter os quadros de empate pintados pelas últimas pesquisas. A ideia nos bastidores petistas é não queimar a largada, para não inviabilizar a candidatura de Flávio, abrindo chance para que seja substituído pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tido como mais difícil de derrotas nas eleições.

Do outro lado, Flávio e parlamentares bolsonaristas já vêm tentando fixar a ideia, a partir de publicações nas redes sociais, de que o governo Lula está envolvido em casos de corrupção e é o responsável pelos escândalos.



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