Marques Mendes dará posse a governo do Chega, mas exigirá “garantias constitucionais”
Luís Marques Mendes já tem definidas características para o Presidente da República que quer ser: alguém que procura evitar crises, que promove a estabilidade, que vai enviar mais mensagens ao Parlamento para colocar temas na agenda, que só vai usar a bomba atómica da dissolução da Assembleia da República em último caso (não necessariamente quando o Orçamento chumba, muito menos quando promessas não forem cumpridas, como sugere Henrique Gouveia e Melo), e, sobretudo, um Presidente da República que vai exigir garantias constitucionais escritas ao Chega para governar – caso venha a ser o partido mais votado em legislativas.
