Maioria dos estadunidenses valoriza relações estáveis com China, diz pesquisa

Maioria dos estadunidenses valoriza relações estáveis com China, diz pesquisa


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  • Pesquisa da CGTN com 2.001 estadunidenses revela que 83,1% consideram importante manter boas relações com a China.
  • Participantes Republicanos (82,7%) e Democratas (85,8%) concordam sobre a importância das relações estáveis.
  • 69,7% dos entrevistados acreditam que os EUA se beneficiaram do comércio com a China.
  • 67,9% veem a China como líder em padrões internacionais de inteligência artificial.

A China e os Estados Unidos devem se comprometer com o espírito de respeito mútuo, manter a linha limite de coexistência pacífica e se esforçar pela perspectiva de cooperação ganha-ganha, afirmou neste domingo (8) o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, em uma coletiva de imprensa durante a quarta sessão da 14ª Assembleia Popular Nacional, o mais alto órgão legislativo do país.

Uma pesquisa recente da China Global Television Network (CGTN) com 2.001 entrevistados dos EUA mostra um amplo consenso de que é vital manter a estabilidade geral e o impulso positivo nas relações com a China.

O levantamento revela um forte reconhecimento, por parte de todos os partidos, do valor das relações estáveis entre China e EUA: 83,1% dos entrevistados consideram muito importante manter boas relações com o país asiático, sendo 82,7% entre participantes republicanos e 85,8% dos democratas.

A cooperação econômica e comercial serve tanto como lastro quanto como propulsor das relações China-EUA. A pesquisa revela que 69,7% dos entrevistados estadunidenses acreditam que seu país se beneficiou do comércio com a China.

Os participantes da pesquisa também falam positivamente das inovações científicas e tecnológicas chinesas. Cerca de 67,9% acreditam que o país asiático está assumindo cada vez mais um papel de liderança na definição de padrões internacionais de inteligência artificial.

A pesquisa foi realizada pela CGTN em parceria com a Universidade Renmin da China, com entrevistados dos Estados Unidos entre 18 e 65 anos.

tradução: Shi Liang

revisão: Patrícia Comunello




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