canetas emagrecedoras: Canetas antiobesidade: novo centro que vai oferecer tratamento pelo SUS é anunciado

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Quinze dias após o anúncio do Programa Global de Acesso Equitativo, proposta que vai ofertar a caneta contra obesidade à base de semaglutida em centros do Sistema Único de Saúde (SUS), a farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk divulgou nesta quinta-feira, 19, o nome da terceira instituição que vai ofertar o tratamento gratuitamente. Outras duas unidades selecionadas no país já tinham sido anunciadas.

A empresa incluiu a Secretaria Municipal da Saúde do Rio de Janeiro no programa piloto em evento no Super Centro Carioca de Saúde, localizado na zona oeste da capital fluminense, que foi inaugurado nesta quarta-feira, 18.

A unidade conta com um ambulatório voltado ao tratamento da obesidade e doenças metabólicas. Em comunicado, a Novo Nordisk informou que vai participar de forma ativa dos “processos licitatórios com preços competitivos para oferta de semaglutida visando à equidade de acesso e à incorporação do tratamento em larga escala”.

As primeiras pacientes com indicação médica para realização do tratamento já receberam doses de semaglutida (de nome comercial Wegovy) e terão acompanhamento multidisciplinar para garantir a adesão à terapia, mudanças na dieta e prática de atividades físicas, medidas fundamentais para o sucesso do tratamento contra a obesidade.

“Nosso objetivo é criar condições para que o acesso equitativo seja ampliado, de forma responsável e sustentável. Queremos que os resultados deste programa na cidade do Rio de Janeiro sirvam de modelo replicável para o Sistema Único de Saúde”, disse, em comunicado, Conrado Carrasco, head de Políticas Públicas da Novo Nordisk.

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Outros centros do SUS

O Brasil foi um dos países selecionados para implementação da iniciativa, que também atuará na Dinamarca e nas Ilhas do Pacífico.

Na rede pública brasileira, os outros dois centros definidos são: o Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre (RS), e o Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), no Rio de Janeiro.

Quando apresentou a iniciativa, a farmacêutica explicou que a meta do programa é alcançar populações em vulnerabilidade social ao redor do mundo, que formam o grupo mais afetado pelo excesso de peso e suas consequências para a saúde, como diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

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A empresa informou que, com a distribuição na rede pública brasileira, será possível obter evidências científicas sobre os efeitos econômicos, sociais e em saúde do uso do medicamento em pacientes que vivem com obesidade grave.

Wegovy no SUS

O funcionamento do programa já foi desenhado. Ao longo de dois anos, o programa vai dar capacitação técnica aos profissionais, fazer a implementação e monitorar os dados sobre os desdobramentos da iniciativa para a saúde, a economia e a parte social. A farmacêutica estima que, com o uso da medicação, será possível reduzir condições relacionadas à obesidade que pressionam sistemas de saúde, como internações, diálises e cirurgias do coração.

As instituições de saúde serão responsáveis pela escolha das pessoas que vão receber o tratamento.

“Os pacientes participantes serão aqueles já acompanhados por esses três centros do SUS, e cada instituição será responsável por definir seus próprios critérios técnicos de elegibilidade, de acordo com seus protocolos assistenciais e a realidade local”, informou, em comunicado à imprensa, a farmacêutica.



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