Vasco Seabra: «Dos 45 aos 75 minutos tivemos domínio total do jogo»

Vasco Seabra: «Dos 45 aos 75 minutos tivemos domínio total do jogo»


Vasco Seabra, treinador do Arouca, na conferência de imprensa que se seguiu ao empate diante do Estoril (0-0), no Estádio António Coimbra da Mota, no fecho da 5.ª jornada da Liga.

Análise ao jogo

«Por acaso, acho que até aos 75 minutos tivemos o domínio do jogo, e dos 45 aos 75 minutos tivemos o domínio total do jogo. Na primeira parte foi um jogo muito disputado, entre duas boas equipas, com muitos bons jogadores em ambos ao lados. Equipas com ideias de jogo muito claras, isso é mérito das equipas terem dispitado um bom jogo na primeira parte. É justo que tenham chegado ao intervalo empatados, com uma boa oportunidade para cada lado. Na segunda parte, creio que nós dos 45 aos 75 tivemos o domínio total do jogo. O Estoril estava com muitas dificuldades em sair e nós tivemos mais oportunidades. Depois o Estoril muito bem nos últimos quinze minutos, empurrou-nos para trás, tivemos de sofrer muito e o Arruabarrena foi eleito o melhor em campo porque faz três defesas fantásticas. Penso que o resultado é justo. Tivemos quatro oportunidades claras, o Estoril três. Seria mais justo com golos».

Ajuda ter um guarda-redes da qualidade do Arruabarrena?

«Foi contratado para defender bolas. Fora de brincadeiras, é um jogador que já falei várias vezes, dá-nos uma segurança muito grande, é muito comunicativo, tem uma energia incrível em todos os treinos e em todos os jogos que fazemos. É muito importante, trouxe-nos estabilidade em momentos de uma ou outra fragilidade, mostra que está presente e dá pontos à equipa».

Sobre a ausência de Javi Sánchez [jogou Popovic]

«O Javi teve um toque durante a semana, nada de grave, testámos até à última, mas ele não se sentia confortável e não quisemos arriscar».

Esteve um vento forte na primeira parte, teve interferência no jogo?

«Creio que sim, não queria estar a falar nisso, mas muitas vezes, nas nossas receções, não ficávamos com a bola e estava a sentir no banco que era por causa do vento. Do relvado não era, porque estava fantástico. Na segunda parte, apesar do vento ter abrandado, jogámos a favor do vento e já não sentimos tantas dificuldades».



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