Israel mata jovem e pai em ataque contra hospital em Gaza

Israel mata jovem e pai em ataque contra hospital em Gaza



Fonte do Ministério da Saúde de Gaza revelou que uma palestiniana de 28 anos e o seu pai, de aproximadamente 70 anos, foram mortos no ataque, enquanto outras seis pessoas ficaram feridas, incluindo várias crianças, referiu fonte do Ministério da Saúde de Gaza, enclave controlado pelo Hamas, citado pela agência Efe.


Um vídeo divulgado por um jornalista de Gaza mostra duas crianças, com cerca de cinco ou seis anos, cobertas de sangue e com as roupas rasgadas, uma delas com um penso na cabeça, deitadas numa maca após o ataque.


Horas depois, um terceiro palestiniano que conduzia uma bicicleta elétrica pela estrada Salah al-Din foi morto num ataque de drone israelita na zona de Al-Zawaida, no centro da Faixa de Gaza, segundo fontes médicas que falaram à agência de notícias palestiniana Wafa.


Estas mortes juntam-se às de pelo menos outras três pessoas mortas hoje na Faixa de Gaza num ataque a um veículo na zona de Al-Mawasi, perto de Khan Younis, no sul, adiantou à Efe uma fonte do Hospital Nasser.


Israel continua os seus ataques diários à Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em outubro, e expandiu a sua ocupação militar do enclave palestiniano a quase 70% do território.


O frágil acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza colocou fim a dois anos de guerra no enclave, desencadeada pelo ataque de 07 de outubro de 2023 do grupo extremista no sul do território israelita, no qual cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas.


Em retaliação dos ataques do Hamas em outubro de 2023, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave palestiniano, que provocou mais de 73 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo grupo islamita, um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas.


Fontes médicas estimam que cerca de 7.500 pessoas continuam desaparecidas sob os escombros, enquanto Israel não permite a entrada de máquinas na zona para a remoção dos destroços e a recuperação dos corpos.


 



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