|
*|IF:IS_PR!=true|*
|
Bata o pé. O Jornalismo independente precisa do seu apoio. Sem os nossos assinantes, não temos voz. Torne-se assinante agora
|
*|END:IF|*
|
|
|
|
Bom dia a todos,
|
|
Vamos começar, não exactamente com duas posições antagónicas, mas quase. O país passou a semana voltado para Almada, e Helena Matos, num texto muito incisivo, quis mostrar que este não é mais um daqueles casos genéricos de um falhanço estrutural do país; não, é simplesmente um caso de má gestão, num tema que todos os outros resolvem com competência, e com um culpado muito concreto: o PS.
|
|
|

|
|
|
A falta de água em Almada não é um exemplo do falhanço do país. O país fez progressos visíveis no abastecimento de água potável. O que falhou em Almada foi um poder municipal abaixo de medíocre
|
|
|
Uns dias depois, não exactamente sobre o mesmo tema, Nuno Gonçalo Poças apresentava a perspectiva contrária. Temos um milhão de funcionário públicos, perto de 3,5 de reformados e pensionistas. De onde pode vir a força para alterar o estado de coisas?
|
|
|

|
|
|
O país tem 3,5 milhões de reformados e pensionistas; perto de um milhão de funcionários públicos; uma economia que vive sob a mão poderosa do Estado. Quem tem interesse em alterar seja o que for?
|
|
|
Lá fora, Jaime Nogueira Pinto pegou num tema de grande importância, que não tem sido muito debatido na imprensa. Qual é o impacto real do levantamento da proibição, a Marine Le Pen, de se candidatar? Isto significa que o RN, reforçado por uma sensação de que o jogo concorre contra ele, pode finalmente, ao fim de anos de ameaças, ganhar?
|
|
|

|
|
|
A eventualidade da eleição de Marine Le Pen começa a fazer soar alarmes entre os que, da extrema-esquerda ao centro-direita, temem o peso e o significado de uma vitória da direita radical em França.
|
|
|
Ainda lá fora, mas mais a leste, João Marques de Almeida também pegou num tema importante, e muitas vezes abafado por um mar de boas intenções. Isto é, no afã de se declarar a necessidade e a justiça da vitória ucraniana na guerra, pouca gente pensa naquilo que João Marques de Almeida escreveu agora. Quais são os perigos e as consequências, para a Europa, de uma derrota russa. Podem ser maiores do que esperamos
|
|
|

|
|
|
A reação de Putin à sua derrota na Ucrânia constitui hoje o maior risco para a segurança europeia. Irá Putin ensaiar uma fuga para a frente?
|
|
|
Recuando uns milénios, podemos ir parar a outro dos temas do momento. A estreia do filme Odisseia, de Cristopher Nolan. Paulo Nogueira aproveitou o tema helénico para escrever uma (como sempre) divertida crónica sobre migrações como “caixa de Pandora” das sociedades contemporâneas e outras palermices woke…
|
|
|

|
|
|
Se as migrações são a caixa de Pandora das sociedades contemporâneas, as agendas de certos ideólogos não dão uma para a caixa.
|
|
|
… e o Padre João Basto escreveu sobre a figura e o significado de Ulisses.
|
|
A figura
|
|
O Ministro da Administração Interna esteve, mais do que ninguém, na berlinda, e escreveram-se no Observador muitos e bons textos sobre o seu oásis alentejano. Destacamos os de Rui Ramos, Alberto Gonçalves e Alexandre Borges.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
“Repare: ambos agiram mal ao confundir amizades pessoais com trabalho e, ainda por cima, com funções públicas; o que os distingue é uma questão de nível. Vamos imaginar que, num negócio, estavam em causa, por exemplo, uns 55 milhões de euros e, mais tarde, mais 3200 milhões de todos nós; e, noutro, 5 mil euros do ministro.
”
|
|
Alexandre Borges
|
|
que compara a situação de Luís Neves com a de António Costa, a por o melhor amigo a representar o país no negócio da TAP, sem qualquer cargo oficial.
|
|
|
|
|
|
1
|
|
|
|
Comecei em Julho de 1976, vi muito e assisti a transformações radicais, mas quero seguir inquieto e não conformista, até por não querer que o jornalismo se suicide como às vezes parece tentado a fazer
|
|
|
2
|
|
|
|
Foram estas elites WEIRD a impor progressivamente a sua visão do mundo e a sua ética da autonomia, aprovando uma agenda progressista desenfreada em múltiplas áreas
|
|
|
3
|
|
|
|
A “transição” em Bissau não pode ser a transição de tirano a chegar para tirano instalado. Só pode ser a transição de tirano à espreita para tirano vencido e afastado. De vez.
|
|
|
|
Boas leituras, e um bom fim-de-semana.
|
|
|
|
|