Incêndio de Vouzela já sem frentes ativas. Operacionais tentam evitar reativações

Incêndio de Vouzela já sem frentes ativas. Operacionais tentam evitar reativações


Mais de 1.300 operacionais combatiam pelas 8h00 deste domingo os dois principais incêndios no continente, com o de Vouzela (distrito de Viseu) a concentrar o maior número de meios, indica a Proteção Civil.

De acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam no terreno a essa hora 1.334 operacionais e 447 meios terrestres nos dois incêndios significativos em curso.

O incêndio de Vouzela, distrito de Viseu – que deflagrou na quinta-feira em Tourelhe, freguesia de Cambra e se propagou depois aos concelhos de Oliveira de Frades e Tondela, também no distrito de Viseu, e ao de Águeda, distrito de Aveiro -, mobilizava 1.200 operacionais e 407 meios terrestres.

O incêndio de Vouzela continua o mais preocupante no país depois de ter queimado 13 mil hectares, pelo que agrega os meios de combate enviados pela Europa, disse no sábado o comandante nacional de Proteção Civil.

“O fogo de Vouzela continua o mais complexo”, reconheceu Mário Silvestre.

Já o incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, era combatido por volta das 8h00 por 134 operacionais e 40 meios terrestres.

O alerta para o incêndio, que lavra na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi dado às 15h22 de sábado, de acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.



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