Orçamento da FPF para a próxima época sobe 16 milhões

Orçamento da FPF para a próxima época sobe 16 milhões


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai dispor na próxima temporada do maior orçamento de sempre, de 159,1 milhões de euros, que corresponde a um aumento de 16 milhões relativamente à temporada passada (2025/26), com um aumento de 11 milhões de euros na «fatia» para o pessoal.

Por outro lado, o segundo orçamento da FPF prevê um resultado positivo de 2,819 milhões de euros, o lucro mais baixo desde 2019/20 (2,410 ME). O valor fica, então, vários degraus abaixo dos 3,097 previstos para a temporada 2025/26, que termina a 30 de junho.

Ora, o saldo negativo de 391.067 euros deve-se, esclarece a própria Federação, ao «forte investimento estratégico na área da formação e qualificação, nomeadamente através da preparação da abertura da Universidade do Futebol, projeto estruturante para o futuro desenvolvimento técnico, académico e institucional do futebol».

Relativamente à temporada passada, a FPF conta gastar mais 6,6 milhões de euros (49,8 ME), contando já com o aumento de 11 ME em gastos com pessoal, como todo o universo empresarial e os órgãos estatutários. 

A estimativa de gastos a partir de 01 de julho ascende a 34,6 ME, com 28,7 ME com pessoal e 5,8 ME nos órgãos estatutários, comparativamente aos 23,5 ME total em 2025/26 (19,2 ME com pessoal e 4,2 ME nos órgãos estatutários).

As atividades desportivas vão merecer um investimento de 41,8 ME – mais 11,2 do que na temporada 2025/26 -, enquanto os gastos com as competições internacionais são de 39,1 milhões de euros (37,3 em 2025/26).

Quanto às receitas, o organismo presidido por Pedro Proença prevê um aumento de 146,2 para 161,9.

A previsão de receita relativa à presença em competições internacionais também é otimista, mesmo sem nenhuma grande competição depois do Mundial2026, com a inclusão de 23,6 ME no orçamento de 2026/27, um aumento de 3,4 milhões de euros relativamente ao ano passado.

O orçamento, recorde-se, entra em vigor no dia 1 de julho e foi aprovado por 95 por cento dos votos.



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