PCDF e MP investigam corrupção e propina a ex-secretário Ney Ferraz

PCDF e MP investigam corrupção e propina a ex-secretário Ney Ferraz


A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção (DRCOR), em ação conjunta com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), deflagrou nesta quarta-feira (17/6) a Operação Black-Tie, para investigar um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, envolvendo agentes públicos e particulares. O ex-secretário de Economia Ney Ferraz, da gestão Ibaneis Rocha, é alvo de mandado de busca e apreensão.

A coluna Grande Angular apurou que, além de Ney Ferraz, outro alvo de busca é o assessor comissionado da Secretaria de Economia Luiz Carlos de Sousa.

As investigações começaram em fevereiro de 2025, após os órgãos de controle identificarem movimentações financeiras e patrimoniais consideradas incompatíveis com a capacidade econômica formalmente declarada por alguns dos investigados.

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A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção, em ação conjunta com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, deflagrou nesta quarta-feira (17/6) a Operação Black-Tie
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A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção, em ação conjunta com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, deflagrou nesta quarta-feira (17/6) a Operação Black-Tie

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiForo

Operação investiga um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo agentes públicos e particulares
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Operação investiga um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo agentes públicos e particulares

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Buscas foram feitas no Anexo do Buriti
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Buscas foram feitas no Anexo do Buriti

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As investigações começaram em fevereiro de 2025
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As investigações começaram em fevereiro de 2025

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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis localizados em Planaltina e no Noroeste, além de uma ordem judicial no Palácio do Buriti.
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Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis localizados em Planaltina e no Noroeste, além de uma ordem judicial no Palácio do Buriti.

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiForo

A partir daí, os investigadores aprofundaram as apurações e encontraram indícios da utilização de mecanismos destinados a ocultar a origem de recursos, dissimular patrimônio e viabilizar a atuação coordenada entre servidores e particulares para obtenção de vantagens indevidas.

Por determinação do Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em imóveis localizados em Planaltina e no Noroeste, além de uma ordem judicial no Anexo do Palácio do Buriti. Também foram decretadas medidas patrimoniais para preservar ativos que possam ter ligação com os fatos investigados.

O nome da operação faz referência a um dos episódios que chamou a atenção dos investigadores no início das apurações: a compra de roupas de alto padrão mediante pagamentos em espécie.

Segundo a PCDF, essa circunstância, somada a outros elementos reunidos ao longo da investigação, contribuiu para o aprofundamento das suspeitas sobre a origem e a destinação dos recursos movimentados pelos investigados. O caso segue sob sigilo judicial.

O outro lado

Por meio de nota, a Secretaria de Economia do DF confirmou que, “na manhã desta quarta-feira, foi cumprido mandado de busca e apreensão contra um servidor da pasta vinculado à gestão anterior, em ação conduzida pela Polícia Civil (PCDF) e pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT)”.

“A ação foi restrita à estação de trabalho do servidor. A secretaria aguarda o acesso a mais informações sobre o caso para adotar as providências administrativas cabíveis. A pasta informa ainda que presta total colaboração às autoridades responsáveis pela investigação e se coloca à disposição para contribuir com o pleno esclarecimento dos fatos.”



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