9h. Governo promete reforço de meios no aeroporto de Lisboa – Observador

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
A ministra do Trabalho acusa António José Seguro de ter contribuído para que a UGT rejeitasse um acordo com o governo sobre a reforma da lei laboral.
Ainda que diga que não o fez diretamente, Maria do Rosário Palma Ramalho considera que as palavras do presidente da República na campanha eleitoral deram força à UGT para que a central sindical se sentisse confortável em rejeitar o entendimento. De lembrar que o Seguro afirmou que só dava luz verde ao diploma se tivesse o sim da concertação social. Em declarações à Antena 1, a ministra do Trabalho diz que esta afirmação contribuiu para que a UGT não quisesse um acordo.
Tiveram o efeito ao contrário do que ele pretendia. Em vez de entusiasmar para um acordo, não vou dizer forçar um acordo, mas exercer a sua influência para um acordo, afinal, a UGT, na verdade, ficou legitimada para não celebrar o acordo, como veio a acontecer.
Maria do Rosário Palma Ramalho, em entrevista à Antena 1. Certo é que o governo vai apresentar a proposta no Parlamento brevemente. Ontem, o primeiro-ministro voltou a deixar avisos à oposição. Diz que o PSD vai forçar o PS e o CHEGA a revelarem-se na hora de votar reformas no Parlamento. As declarações foram feitas na apresentação da moção estratégica à liderança do partido, em que Montenegro volta a ser candidato único.
O antigo governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, nega regressar à vida política ativa, pelo menos num futuro próximo.
A garantia deixada por Mário Centeno numa entrevista ontem à CNN Portugal. Diz ainda que não se arrepende de não ter avançado com uma candidatura à Presidência da República.
Não, foi uma decisão muito bem ponderada, num ambiente familiar, depois de muitos anos de entrega ao serviço público e, neste momento, esse assunto está encerrado.
Não tem ambições políticas futuras neste ciclo, para já. É isso que posso depreender.
Eu estou muito focado nas minhas tarefas atuais, tanto quanto estive nas anteriores, e é nessas que eu vou apostar e que vou ficar claramente empenhado.
Mário Centeno ontem, numa entrevista à CNN Portugal, onde vai passar a ter um espaço de comentário político semanal. Centeno foi ainda confrontado com a polêmica em torno da saída do Banco de Portugal. Diz que se reformou antecipadamente, com uma pensão mensal bruta de €10 mil. Garante Mário Centeno que nada foi diferente do que já aconteceu com os antecessores.
O presidente da Assembleia da República culpa PSD, PS e CHEGA pela demora na escolha dos novos juízes do Tribunal Constitucional. Isto porque a entrega de nomes voltou a ser adiada.
Era suposto acontecer hoje, mas de acordo com uma mensagem revelada pelo jornal Público, o presidente da Assembleia da República já comunicou às várias bancadas parlamentares que se deve aguardar agora pela publicação em Diário da República da renúncia do atual presidente do tribunal, José João Abrantes. O processo tem se arrastado há vários meses. Aguiar Branco lembra nesta nota que tal deve-se aos maiores partidos com assento parlamentar, que demoraram a chegar a um acordo para a escolha dos novos juízes. O assunto vai voltar agora a ser levado à conferência de líderes para decidir uma nova data. A reunião de conferência de líderes está marcada para amanhã.
O governo promete reforçar os meios no Aeroporto de Lisboa, isto para diminuir os tempos de espera no controle de fronteiras.
As medidas só devem chegar ao terreno no final do mês, é o que revela uma nota do Ministério da Administração Interna. Vão ser criadas mais boxes de controle manual de fronteiras a partir de 29 de maio. Está previsto também um aumento do número de e-gates e a partir de julho, também, um reforço dos recursos humanos da PSP. Com o verão à porta e a expectativa de mais passageiros a passar pelos aeroportos portugueses, o governo recusa suspender o sistema europeu biométrico, embora admita que o processo pode ser interrompido em momentos limitados. No último fim de semana, o controle de fronteiras registou tempos de espera acima das duas horas no Porto e de hora e meia nos aeroportos de Lisboa e de Faro. A Ryanair é uma das companhias que tem tentado pressionar o governo a suspender este novo sistema de controle.
Este vai ser o tema do Explicador de hoje. A seguir a este jornal, conosco vai estar o intendente Daniel Magalhães. O presidente dos Estados Unidos adiou o ataque ao Irão que estava previsto para hoje e os efeitos já se fazem sentir. O preço do petróleo caiu esta manhã.
O preço do Brent caiu 2%, esteve a negociar a menos de $110 por barril. Trump alega que cancelou o ataque por estarem a decorrer negociações sérias com o Irão. Ainda assim, o presidente dos Estados Unidos não nega um regresso das ações militares, até porque deu ordens para que os militares norte-americanos estejam prontos para qualquer eventualidade. Na análise, o historiador Bruno Cardoso Reis diz que estas atitudes de Donald Trump confirmam a ideia de que o presidente norte-americano decidiu iniciar um conflito sem ter uma estratégia definida.
Donald Trump iniciou um conflito sem ter uma ideia clara. Eu lembro que Trump começou por falar em ser um inimigo do regime iraniano, mas um aliado do povo iraniano, portanto, ir ajudar a derrubar o regime. Agora tem passado o tempo a ameaçar destruir completamente o Irão. Sendo que essas ameaças são também tão excessivas, tão extremas, que são pouco credíveis. Em termos das negociações, de facto, elas não têm estado a avançar de forma decisiva, até porque Trump parece apostar nestas ameaças muito extremas para assustar o regime a fazer determinadas cedências, mas o regime não se tem deixado assustar. Tem apostado que realmente isso é bluff da parte do Donald Trump.
Bruno Cardoso Reis considera que com estas ameaças do presidente norte-americano, corre o risco de perder a credibilidade nas negociações com o Irão. A análise foi feita no Gabinete de Guerra desta manhã.
Um episódio que já está disponível em podcast. Chegou o dia, Roberto Martínez anuncia hoje os convocados da seleção para o Mundial de Futebol.
Os 26 que vão fazer parte da comitiva portuguesa para o Campeonato do Mundo, que começa daqui a menos de um mês, dia 11 de junho. O selecionador nacional já foi dando pistas sobre os possíveis nomes que podem ser chamados, sendo que, Miguel Gato, existe um núcleo duro, mas também algumas dúvidas que precisam ser esclarecidas.
E começamos pela baliza e aqui as contas parecem estar 100% fechadas com a chamada de Diogo Costa, Rui Silva e também José Sá. Na defesa, Rúben Dias, Gonçalo Inácio, Renato Veiga e António Silva são os centrais preferidos de Roberto Martínez e os quatro laterais Nuno Mendes, João Cancelo, Matheus Nunes e Diogo Dalot também parecem ter o lugar assegurado. Perspectiva para saber se Tomás Araújo é chamado como quinto central e se Nelson Semedo ou Nuno Tavares chegam à lista final do selecionador. No meio-campo há um autêntico núcleo duro, Vitinha, João Neves, Bruno Fernandes, também Bernardo Silva, João Palhinha e Rúben Neves. A abrir uma sétima vaga, a escolha pode recair em Samu Costa, Matheus Fernandes ou em jogadores que atuam no Campeonato Português, como Pedro Gonçalves, Rodrigo Mora ou Ricardo Horta. O capitão Cristiano Ronaldo deve liderar a frente de ataque de Portugal e entre os jogadores já com o bilhete reservado estarão o ponta de lança Gonçalo Ramos, João Félix, Rafael Leão e ainda os Franciscos, Conceição e Trincão. Expectativa para saber também se Roberto Martínez vai chamar um terceiro ponta de lança e se opta por um perfil mais fixo como Paulinho ou mais móvel como Gonçalo Guedes.
Miguel Gato, vamos ter de esperar pela 13h para o momento em que Roberto Martínez vai fazer o anúncio da lista de convocados para o Mundial. Portugal vai defrontar a Colômbia, o Uzbequistão e a República do Congo na fase de grupos. O Campeonato do Mundo realiza-se nos Estados Unidos, México e Canadá.
E a Rádio Observador vai transmitir em direto esta conferência do Roberto Martínez a partir da Cidade do Futebol. Destaque também para o “E o Campeão é Especial”, já depois das notícias das 09h30. São 09h10. Antes do Explicador, Carla, que outras notícias marcam a atualidade?
Uma nova sondagem dá o PS a liderar as intenções de voto, mas a encurtar a distância em relação à AD. As duas forças políticas estão a empate técnico. É o que revela a sondagem da Intercampus para o Negócios, Correio da Manhã e Now. O Partido Socialista tem 23,6% das intenções de voto. A coligação governamental tem 22,9. O Chega mantém-se no terceiro lugar com 19,3%. Xi Jinping terá dito a Donald Trump, durante a visita do chefe de Estado norte-americano a Pequim, que Vladimir Putin poderá vir a arrepender-se da invasão da Ucrânia. A notícia foi avançada pelo Financial Times. Na mesma conversa, o presidente chinês também terá sugerido a Trump que os líderes dos Estados Unidos, da China e da Rússia devessem cooperar contra o Tribunal Penal Internacional. Xi Jinping, que recebe hoje em Pequim o presidente russo, que começa hoje uma visita de dois dias à China. De acordo com o Kremlin, os dois chefes de Estado planeiam discutir a cooperação económica e também questões internacionais e regionais importantes. Já a agência TASS avança que Putin leva para a China uma vasta comitiva que inclui ministros e também CEOs das maiores empresas russas, em particular da banca e do setor energético. Um tiroteio no sul de Espanha fez pelo menos dois mortos e quatro feridos graves. Foi ontem à noite, na região de Almeria, na Andaluzia. De acordo com o El País, as duas vítimas mortais são os pais do suspeito. Um dos feridos é o filho de sete meses, que está em estado crítico. Entre os feridos, há ainda uma outra criança de dois anos, além de uma mulher em estado grave e de um homem de 60 anos. O suspeito começou por fugir, mas esta manhã entregou-se às autoridades.
