Caminhoneiros mantêm ameaça de greve enquanto avaliam medidas do governo

Caminhoneiros mantêm ameaça de greve enquanto avaliam medidas do governo


Presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que os caminhoneiros aguardam o governo do presidente Lula (PT) detalhar as medidas para regular os preços dos fretes para decidir se farão, de fato, uma greve. Por enquanto, disse ele, o indicativo de paralisação continua.

Nesta tarde, associações dos caminhoneiros se reuniram em Santos, no litoral paulista, para avaliar se os anúncios do Ministério dos Transportes foram suficientes para atender às demandas da categoria. Pela manhã, o ministro Renan Filho disse que muitas empresas têm desrespeitado a tabela que estabelece os valores mínimos de frete e que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai aumentar a fiscalização e pode até barrar as infratoras de contratarem transporte.

“O que ficou decidido na reunião é que vamos aguardar ser publicado no Diário Oficial para ver de que jeito será feito esse travamento”, disse Landim. “A partir de amanhã diremos se atendeu o segmento ou não, mas estamos em estado de paralisação.”

Os caminhoneiros aprovaram nesta semana um indicativo de greve, citando principalmente a alta dos combustíveis diante da escalada das tensões no Oriente Médio. O governo também propôs nesta quarta que os estados zerem temporariamente o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel. A União compensaria 50% da perda de arrecadação, ao custo de R$ 1,5 bilhão aos cofres federais.



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