Zico convida a coluna para pré-estreia de documentário e reafirma tamanho de sua história no futebol
Não é apenas um convite. É quase um chamado afetivo de quem construiu uma das trajetórias mais respeitadas do futebol brasileiro – e que chegou de forma direta à coluna Futebol etc., como um gesto que carrega tanto prestígio quanto proximidade. O eterno camisa 10 do Flamengo abre as portas de sua própria história ao público com a pré-estreia do documentário “Zico, o Samurai de Quintino”, marcada para o dia 24 de março, às 19h, no ParkShopping, em Brasília.
A iniciativa, que tem o Sicoob como patrocinador master, ganha contornos ainda mais simbólicos por carregar o tom pessoal do próprio Zico. Mais do que um evento institucional, a sessão se apresenta como um encontro entre ídolo e admiradores, uma celebração íntima de uma carreira que atravessa gerações – e que, de forma elegante, também estendeu esse convite a quem acompanha o futebol com olhar atento e crítico.

Dirigido por João Wainer, o documentário mergulha na trajetória do menino de Quintino que se transformou em referência mundial. Com sensibilidade, o filme percorre não apenas os gols e conquistas, mas também os valores que ajudaram a construir o mito: disciplina, respeito e uma dedicação quase obsessiva ao futebol.
Zico não é apenas um dos maiores jogadores da história do Flamengo. É um símbolo de uma época em que talento e identidade caminhavam juntos. Sua relação com o clube transcende títulos. Ele representa uma ideia de pertencimento que ainda hoje ecoa nas arquibancadas e na memória afetiva do torcedor rubro-negro.
O documentário resgata exatamente isso. Não se limita ao atleta genial, mas expõe o homem por trás do ídolo, alguém que construiu sua imagem com base em ética, liderança silenciosa e uma conexão genuína com o esporte.
A pré-estreia promete reunir convidados especiais e terá a presença do próprio Zico, transformando a exibição em um momento de celebração coletiva. Um reencontro com a história de um jogador que nunca precisou de exageros para se tornar eterno.
O convite enfim carrega um peso que vai além da tela. É Zico chamando para perto – inclusive esta coluna – para revisitar sua própria história. E quando o Galinho chama, o futebol atende.
