Líder da bancada feminina leva à ONU proposta inédita de combate ao feminicídio no Brasil

Líder da bancada feminina leva à ONU proposta inédita de combate ao feminicídio no Brasil


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  • Deputada Jack Rocha desembarcou em Nova York para representar o Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, de 9 a 19 de março.
  • A parlamentar apresenta as principais leis aprovadas na Câmara, como a Lei da Igualdade Salarial e a Lei Maria da Penha, além de propor um Sistema Nacional de Proteção às Mulheres com R$ 5 bilhões exclusivos.
  • A bancada feminina, coordenada por Jack Rocha desde 2025, representa 18% dos deputados mas foi responsável por 40% de todo o trabalho da Câmara.
  • O foco principal da missão é frear a epidemia de feminicídios no Brasil, incluindo projetos contra violência digital e mecanismos para furar o teto de gastos em casos de crise extrema.

A deputada federal Jack Rocha desembarcou hoje (9) em Nova Iorque para representar o Brasil e o Congresso Nacional no 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), que será realizada de 9 a 19 de março. A parlamentar leva ao encontro as principais leis aprovadas na Câmara dos Deputados e políticas públicas de maior destaque do governo federal, assim como os principais desafios do nosso país diante dessa epidemia de feminicídios.

“Chegamos na sede da ONU para defender as ideias do Brasil por mais inclusão e por mais equidade, principalmente as legislações que mudam a vida das mulheres. O Brasil aprovou a Lei da Igualdade Salarial e Remuneratória, da qual eu fui relatora no meu primeiro ano de mandato, a Política Nacional de Cuidados, a Lei Maria da Penha e tantas outras que são essenciais referências mundiais”, afirmou a deputada.

Jack Rocha assumiu em 2025 a Coordenação da Bancada Feminina e apresentou resultados impressionantes: mesmo sendo apenas 18% dos deputados, a bancada feminina liderada por ela foi responsável por 40% de todo o trabalho da Câmara. Sob a liderança da Jack, aprovaram leis duras contra violência doméstica, crimes sexuais em transportes, prevenção de câncer e proteção das nossas crianças na internet.

Este ano, a sua missão urgente será: parar a epidemia de feminicídios no Brasil. Ela está pressionando a Câmara para aprovar a criação de um Sistema Nacional de Proteção às Mulheres, que garante R$ 5 bilhões exclusivos para proteger a vida de meninas e mulheres — permitindo até furar o teto de gastos do governo em casos de crise extrema. Além disso, ela está batendo de frente contra a violência na internet, com projetos severos para punir quem ataca e difama mulheres no ambiente digital.

“Nós trazemos a experiência do parlamento brasileiro para dizer que o lugar da mulher é onde ela quiser. E vamos trabalhar muito para voltar para o Brasil com aprendizados e experiências que contribuam na nossa luta contra essa epidemia que tem matado várias mulheres”, concluiu.

CSW

A CSW é o principal espaço intergovernamental global dedicado à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres. Reúne Estados-membros, organismos internacionais e organizações da sociedade civil para debater políticas, apresentar avanços e negociar compromissos internacionais.

Nesta edição, os debates terão como foco: garantir e fortalecer o acesso à justiça para mulheres e meninas (tema prioritário); participação política e enfrentamento às violências (tema de revisão); empoderamento de mulheres idosas (tema emergente).




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