Lionel Messi bajula Trump e mostra seu verdadeiro e ridículo tamanho
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- Messi visitou a Casa Branca e cumprimentou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
- A visita foi interpretada como uma relação institucional entre o jogador e o presidente americano.
- Críticos apontam que Trump possui políticas migratórias controversas e decisões polêmicas internacionalmente.
- O texto compara a postura de Messi com a de Maradona, sugerindo que o jogador deveria ter recusado o encontro.
Os argentinos se referem a Messi como “enano”, o anão. De forma carinhosa, não é preconceito como quando nos chamam de macaquitos ou dizem que bolivianos são mortos de fome.
E Messi mostrou que é mesmo um anão moral. Foi até a Casa Branca apertar a mão de Donald Trump.
Sempre se pode dizer que é uma relação institucional, que é apenas um cumprimento entre o maior jogador da atualidade com o presidente dos Estados Unidos.
Uma forma cínica e acomodada de ver o mundo.
Donald Trump sequestrou um presidente.
Ordenou a destruição de um país.
E já decidiu que Cuba será o próximo.
Ele expulsa imigrantes como cachorros sarnentos.
É suspeito de pedofilia.
E Messi apertou a mão do Mal.
Messi não pensou que entre os imigrantes expulsos há argentinos? Argentinos, cuja grande alegria recente foi a Copa do Mundo vencida por Messi.
Messi não pensou que entre as crianças mortas no Iran, havia muitas que sonhavam em ter uma camisa 10 da Argentina, com o nome de Messi às costas?
É difícil, mesmo sendo Messi, desobedecer uma ordem do patrão. É difícil recusar um convite para ver o presidente do país onde trabalha.
É difícil.
É para grandes homens.
Diego Armando Maradona, por exemplo.
